sábado, 12 de septiembre de 2009

Premio Internacional de Arquitetura distingue Souto Moura, arquiteto portugues

Centro de Arte de Bragança vale prémio a Souto Moura


.O arquitecto português Eduardo Souto Moura foi distinguido com um dos mais prestigiados prémios internacionais de arquitectura pelo projecto do Centro de Arte Contemporânea Graças Morais de Bragança, anunciou hoje a autarquia local.

Souto Moura recebeu o Prémio Internacional de Arquitectura 2009, na vertente de Construção Moderna, atribuído pelo "The Chicago Athenaeum Museum of Architecture and Design", dos Estados Unidos da América, em parceria com o "The European Centre for Architecture and Urban Studies".

Os promotores do prémio receberam mais de mil projectos nas áreas de construções modernas, arquitectura paisagística e planeamento Urano, oriundos de empresas de todo o mundo.

De acordo com a autarquia brigantina, este prémio anual nas disciplinas de arquitectura e planeamento urbano tem por objectivo promover o bom desenho urbano e o impacto positivo no ambiente das cidades.

O júri reuniu-se em Helsínquia, Finlândia, em Agosto, com a supervisão da Sociedade de Arquitectos e apoio de profissionais, críticos e professores da área.

Para a Câmara de Bragança, "este prémio muito honra a cidade e eleva o seu nome ao de outras cidades mundiais onde se faz boa arquitectura e bom desenho urbano".

O Centro de Arte Contemporânea abriu há pouco mais de um ano em Bragança, com o nome da pintora transmontana Graça Morais que participa activamente nas actividades de dinamização do espaço.

O novo espaço cultural resulta da adaptação e ampliação projectada pelo arquitecto Souto Moura no antigo Solar dos Sá Vargas, no centro histórico de Bragança.

O projecto já tinha sido distinguido, em 2008, com um prémio atribuído pelo Instituto do Turismo de Portugal.

No primeiro ano, mais de 20 mil pessoas visitaram aquele espaço, que se tem revelado uma "surpresa" para muitos pela sua dimensão e qualidade, mostrando obras de artistas nacionais de renome.

Além da exposição permanente de Graça Morais, até ao final de Setembro, os visitantes podem apreciar meia centena de quadros de Paula Rego, "um nome incontornável" da pintura portuguesa escolhido para assinalar o primeiro aniversário.


Fonte Agencia Lusa via ionline.pt

Calçada Portuguesa II

Calçada Portuguesa

EMBAIXADA DE PORTUGAL NO BRASIL: Caetano Veloso contra remoção da calçada portuguesa em Salvador

EMBAIXADA DE PORTUGAL NO BRASIL: Caetano Veloso contra remoção da calçada portuguesa em Salvador: "Caetano Veloso contra remoção da calçada portuguesa em Salvador
O compositor e cantor brasileiro Caetano Veloso manifestou hoje, em declarações à imprensa da Bahia, a sua forte oposição ao desmantelamento da calçada portuguesa no Porto da Barra, em Salvador.


'O calçamento português é marca importante da nossa vida física e espiritual. Os incómodos que porventura venham de sua má conservação não são motivo para destruí-lo' - afirmou.

E acrescentou: 'Em São Luís do Maranhão (actualmente a cidade mais bonita do Brasil), as antigas calçadas portuguesas foram restauradas com o esmero técnico adequado e não provocam trepidação em carrinhos de bebé nem engolem saltos de madames. E são vastas e extensas áreas da cidade que as ostentam. As praças de Lisboa apresentam a mesma firmeza e a mesma elegância.'


'É caso para se ouvirem os especialistas, respeitarem-se os locais históricos e míticos, esboçar-se uma reestruturação inteligente da cidade (...) Então, um lugar como o Porto da Barra pode ser violado assim? Não. Protesto veementemente.'"

El libro vivirá..en el formato que sea

El libro vivirá... en el formato que sea
Savater clausura en México un congreso internacional de expertos
PABLO ORDAZ - México - 12/09/2009


Es la relación perfecta: Fernando Savater encandila a México, y este país hace lo propio con el filósofo español. La clausura del Congreso Internacional del Mundo del Libro, organizado por el Fondo de Cultura Económica para celebrar su 75 aniversario, ha sido una prueba más de ello. Durante una semana, 40 expertos han intentado explorar si el libro de papel está moribundo, cuántos años de vida le quedan, si ya está listo su sustituto... ¿virtual? A falta de respuestas concretas, la conferencia de Savater sirvió para levantar el ánimo de los pesimistas y atemperar a los eufóricos.

"No hay que escandalizarse", dijo el escritor, "si futuros creadores no tienen un libro en su forma impresa. No hay que olvidar que hubo épocas en las que quienes forman la base de nuestra cultura no tuvieron en sus manos un libro tal como lo conocemos hoy". Eso sí, Savater se mostró más preocupado por la relación futura entre el escritor y el lector que por la supervivencia del libro como objeto: "El verdadero peligro, la incógnita real, es si el escritor va a seguir siendo autor de sus libros, controlador de lo que quiere que aparezca, y por lo tanto alguien que mantiene una relación especial con sus lectores". La amenaza, según el filósofo, viene de la proliferación de páginas webs y blogs donde aparecen "inventos, infundios y tergiversaciones contra las cuales es prácticamente imposible luchar".

El congreso ha escenificado muy bien lo que ha venido representando el Fondo de Cultura Económica en sus 75 años de vida. Lo expresa Tomás Granados, su coordinador editorial: "Queríamos reunir aquí a todos aquellos que cuando uno piensa en libros son referencia obligada". A modo de ejemplo, Manuel Borrás, Eric Nepomuceno y Javier Pradera hablaron sobre las traducciones; el antropólogo Roger Bartra y el historiador francés Roger Chartier debatieron sobre los nuevos modos y espacios de lectura. El escritor Héctor Aguilar Camín moderó una suculenta mesa sobre las delicadas, y a veces endiabladas, relaciones entre escritores y editores, en la que, entre otros, participó -con gran éxito de crítica y público- Jorge Herralde, quien ya ha empezado a recibir homenajes en México por los 40 años de vida de Anagrama. También participó en el congreso Emiliano Martínez, presidente del Grupo Santillana, quien barajó varias hipótesis sobre el futuro inmediato del libro: "Es muy posible que la edición en papel se mantenga como edición de calidad, con librerías de calidad que atienda a un sector de lectores de calidad. Pero también es muy posible que se multiplique la edición digital, alcanzando una muy amplia oferta de lectura, más barata, que llegará a muchos más lectores".

Como vino a decir Savater, el libro y su mundo están ante un cambio, pero no necesariamente ante una catástrofe.
Fuente El Pais

What a Mom!

Para lembrar Jorge de Sena

A Noite Dissolve os Homens


A noite
desceu. Que noite!
Já não enxergo meus irmãos.
E nem tão pouco os rumores que outrora me perturbavam.

A noite desceu. Nas casas, nas ruas onde se combate,
nos campos desfalecidos, a noite espalhou o medo e a total incompreensão.
A noite caiu. Tremenda, sem esperança...
Os suspiros acusam a presença negra que paralisa os guerreiros.

E o amor não abre caminho na noite.
A noite é mortal, completa, sem reticências,
a noite dissolve os homens, diz que é inútil sofrer,
a noite dissolve as pátrias, apagou os almirantes cintilantes!
nas suas fardas.

A noite anoiteceu tudo... O mundo não tem remédio...
Os suicidas tinham razão.

Aurora, entretanto eu te diviso,
ainda tímida, inexperiente das luzes que vais ascender
e dos bens que repartirás com todos os homens.

Sob o úmido véu de raivas, queixas e humilhações,
adivinho-te que sobes,
vapor róseo, expulsando a treva noturna.

O triste mundo fascista se decompõe ao contato de teus dedos,
teus dedos frios, que ainda se não modelaram mas que avançam
na escuridão
como um sinal verde e peremptório.

Minha fadiga encontrará em ti o seu termo,
minha carne estremece na certeza de tua vinda.

O suor é um óleo suave, as mãos dos sobreviventes
se enlaçam,
os corpos hirtos adquirem uma fluidez, uma inocência, um perdão
simples e macio...

Havemos de amanhecer.
O mundo se tinge com as tintas da antemanhã
e o sangue que escorre é doce, de tão necessário
para colorir tuas pálidas faces, aurora

(Carlos Drummond de Andrade in Sentimento do Mundo
Dedicado a Portinari))

viernes, 11 de septiembre de 2009

Dois Sonetos de Luís de Camões

Enquanto quis Fortuna que tivesse
Esperança de algum contentamento,
O gosto de um suave pensamento
Me fez que seus versos escrevesse.

Porém, temendo Amor que aviso desse
Minha escritura a algum juízo isento,
Escureceu-me o engenho co tormento,
Para que seus enganos não dissesse.

Ó vós que Amor obriga a ser sujeitos
A diversas vontades! Quando lerdes
Num breve livro casos tão diversos,

Verdades puras são, e não defeitos...
E sabei que, segundo o amor tiverdes,
Tereis o entendimento de meus versos!


Luís de Camões
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Sempre a Razão vencida foi de Amor;
mas, porque assim o pedia o coração,
quis Amor ser vencido da Razão.
Ora que caso pode haver maior!

Novo modo de morte e nova dor!
Estranheza de grande admiração:
que perde suas forças a afeição,
por que não perca a pena o seu rigor.

Pois nunca houve fraqueza no querer,
mas antes muito mais se esforça assim
um contrário com outro, por vencer.

Mas a Razão, que a luta vence, enfim,
não creio que é razão; mas há-de ser
inclinação que eu tenho contra mim.

Luís de Camões

Lamento Sertanejo



Sou de lá do sertao. Mesmo!

Andar com Fé

" y de repente sostienes la mirada..."

Nelly Furtado : tengo la camisa negra,oops..plateada!

Siempre nos quedará Miami
BÁRBARA CELIS - Miami - 11/09/2009



La luso-canadiense Nelly Furtado iba para icono world music, pero el productor Timbaland la convirtió en diva pop millonaria. Con nuevo disco exclusivamente en español, confirma que el latino es casi el único mercado que importa.

Hace falta estar muy buena o no tener complejos para pasearse por primera vez en la vida en biquini por Miami Beach y disfrutarlo. Este lugar tan hortera como fascinante es una galería al sol de formas casi perfectas donde una reportera de cuerpo corriente sólo siente ganas de mutar en avestruz para poder esconder la cabeza bajo la arena. Pero, según Nelly Furtado, al cabo de unos días, esta extraña sensación que hace sentir que cada imperfección de la carne es pecado se esfuma y deja paso a una especie de enamoramiento centrado en uno mismo. Algo así como un ?¡Dios, cómo me gusto!?. Ella lo llama el efecto Miami. Al fin y al cabo, antes de pisar esta ciudad (hace cuatro años, para grabar su álbum Loose), Furtado se vestía como una hipster canadiense, que es lo que parecía ser musicalmente cuando irrumpió en 2002 con su celebrado Whoa Nelly! El público la aclamó, y parte de la crítica, también; vendió siete millones de copias y se atrevió con un segundo álbum, Folklore, cargado de pinceladas de world music ?dejando muy claras sus raíces portuguesas? y subrayando mucho ese aire alternativo y no excesivamente comercial. Aquello fue un atrevimiento, el disco apenas vendió, así que, tras la decepción, Nelly decidió reinventarse.


�Nunca me sentí �sexy�. Pero Miami tuvo ese efecto en mí. Ahora voy en biquini todo el día�
En 2006 sorprendió a sus fans con un cambio radical. Tras cuatro meses en Miami grabando Loose bajo la batuta del productor estrella Timbaland, abandonó los pantalones y las camisetas indie y se enfundó en ropa muy ajustada, se entregó al marcado posicionamiento de pectoral, grabó vídeos a lo Beyoncé mirando a cámara con aire de devorahombres, comenzó a mover sensualmente las caderas y le entregó al mundo un disco de ritmos r?n?b para pistas de baile. Nelly pasaba así de niña a mujer. Y del fracaso estrepitoso de Folklore, del que apenas vendió medio millón de copias, a un éxito rotundo con ocho millones de copias despachadas de Loose.

?Pues claro. ¿En qué país vives? Si enciendes la tele, la mitad de las mujeres van en ropa interior. Lo sexy vende?. Las enormes pestañas postizas de Nelly Furtado parpadean adrenalínicas. Está encaramada a unos tacones muy altos, tanto que le cuesta llegar con garbo hasta la silla en la que se dejará entrevistar. Pantalones ajustados negros y camiseta plateada. Menos sexy que en los vídeos, pero decididamente guapa, no hay duda. Sus ojos verdes parecen dos faros transparentes por el fuerte reflejo de la luz rebotando sobre el mar frente al que está situado el hotel en el que Nelly recibe a EP3. Veinte pisos más abajo, miles de cuerpos esbeltos tostándose al sol. ?Y no tan esbeltos, lo bueno de Miami es que hay de todo, fíjate bien?. Nos regala una enorme sonrisa que, al contrario que otras divas, parece de verdad. ?Yo nunca me había sentido sexy, pero te juro que Miami tuvo ese efecto. Empecé yendo a la playa en pantalón y camiseta y acabé con el biquini puesto las 24 horas del día y encantada conmigo. O a lo mejor es que me enamoré mientras grababa Loose y eso me hizo cambiar?.

El agraciado fue Demacio Demo Castellón, uno de los ingenieros de sonido de aquel álbum. Se casaron en 2008. Seguramente, él y su origen latino ?es cubano americano? hayan influido en la decisión de Nelly Furtado de regresar a las pistas de baile con un álbum en español, Manos al aire, que sale a la venta el 15 de septiembre editado por su propia discografica, Nelstar, y por Universal Latino. Esta artista, hija de emigrantes de las Azores que se instalaron en Victoria (Columbia Británica) poco antes de que ella naciera, chapurrea español malamente, o al menos eso se deduce de sus intentos de hilar alguna frase con sentido, aunque confiesa que en español ?no es muy poética?.

Lo que lleva en los genes es la lengua portuguesa, con la que creció en casa, y en realidad siempre dijo que haría un álbum en ese idioma, así que, aunque pueda sonar brusco comenzar la entrevista con una insinuación maliciosa, la franqueza de su sonrisa da pie al atrevimiento. ¿Se trata de un movimiento puramente comercial? Como todo el mundo sabe, los latinos parecen ser casi los únicos que aún compran discos en Estados Unidos, y desde J.Lo a Beyoncé se han apuntado al carro de explotar ese mercado. Además, como en la mayoría de los álbumes del género, las letras de este disco son casi todas de amor, un universo que Furtado nunca explotó demasiado y sin el que no se puede triunfar en Latinoamérica. La insinuación no la ofende. Sale al ring enarbolando pestañas, ojazos y sonrisa, y se defiende con naturalidad. ?Mi idea era grabar a la vez un álbum en español y otro en portugués. Pero comencé a trabajar con Alex Cuba y? yo le daba ideas para las letras y él le ponía la poesía, porque yo no hubiera sido capaz. Sé que puede sonar a locura, pero en español puedo expresarme con mayor intimidad. Las historias de amor suenan muy bien en español, mejor que en inglés?.

Dice que lo descubrió colaborando con Juanes en el tema Fotografía, en 2003. ?En portugués también me ocurre, pero lo del español me sorprendió, y quise seguir explorando ese mundo de emociones que resulta tan fácil en ese idioma?. De acuerdo, pero si la cuestión era expresar emociones con mayor libertad, ¿por qué no hacerlo en portugués, idioma en el que, además, podría haber sido ?poética?, como ella dice? ?El día que haga un álbum en portugués será un álbum mucho más rico musicalmente. Manos al aire es un álbum rico melódicamente, con una sensibilidad pop. Para hacer el disco que quiero hacer en portugués necesitaré mucho más tiempo, años, pero tendré la autoridad para hacer algo verdaderamente original?.

La buena acogida del sencillo Manos al aire ?que se ha situado en el número uno del Hot Latin Songs del Billboard americano, desbancando Loba, de Shakira? indica que no se ha quemado. Y probablemente el experimento más arriesgado de todo el disco sea el que mejor le ha salido: juntar a Julieta Venegas y a La Mala; a una pedirle la melodía y la letra; a la otra, el rap, y cantar junto a ellas a pelo frente a un único micrófono para interpretar Otra luz, el tema más original del disco. Marchosa, bailable, con buen rollo, es un tema que suena muy diferente al resto de un trabajo que incluye a popes de la música latina como Juan Luis Guerra o Alejandro Fernández, y donde hay sitio para baladas melosas como Silencio, en la que canta junto al rey del empalague Josh Groban, o temas con la personalidad de Buika, que canta en Fuerte acompañada por la guitarra de Javier Limón.

Parece claro que Nelly, sobre todo, aspira a vivir el ahora. Se hizo famosa a los 21 años, tuvo una hija a los 23 y le ha costado aprender a ser feliz. ?Este negocio puede ser muy frustrante. Hay que dedicarle demasiado tiempo a la parte estética, y luego tienes que pasarte la vida justificando lo que haces. Es agotador, así que yo he decidido no estresarme por lo que la gente piense. Además, pronto no podré ir de chica sexy porque seré vieja (tiene 29 años) y entonces ¿qué esperan que haga? ¿Qué me ponga botox, tetas postizas y me haga la liposucción? Lo dudo, es demasiado ridículo tratar de ser eternamente joven. Quiero seguir cantando cuando sea vieja, como Cesária Évora o Celia Cruz?.

Para enfrentarse a este extraño universo pop que decidió abrazar hace tres años con todas sus consecuencias, Furtado también ha tomado clases de teatro. ?Es fundamental aprender a ser un poquito actriz para sobrevivir en esto. Mis raíces son humildes, así que me cuesta mucho sentirme estrella. Pero en este negocio hay mucho de fantasía y de teatro, y si eres capaz de interpretar cuando estás sobre el escenario, no está mal saberlo hacer también fuera?. Las clases le dieron alas para atreverse con el cine y se coló por un día en el rodaje de ese extraño engendro titulado Max Payne. ?No creo que me atreva con más películas, es muy difícil?.

Con quien sí repetirá es con Timbaland, al que conoció hace ya casi una década, cuando éste le pidió permiso para hacer el remix de Baby girl y con el que triunfó bajo su batuta en Loose. ?Somos casi familia ?dice al referirse al productor más buscado entre las estrellas de las pistas de baile. Con él hará su próximo álbum en inglés, con el que seguirá explotando su faceta sexy. Para el disco en portugués habrá que esperar?. Tengo que ser más mayor, pero ya estoy coleccionando poesía en portugués?. ¿Pessoa, quizá? ?No, a mí me gustan cosas como Paulo Coelho. Simples. Como mi música?.


Manos al aire sale a la venta el próximo martes.
Fuente El Pais

Por que morrem os jovens??

¿Por qué mueren los jóvenes?

Más de 2,6 millones de jóvenes de entre 10 y 24 años fallecen cada año en el mundo, la cuarta parte por accidentes de tráfico, suicidios y actos violentos
EFE - Londres - 11/09/2009


Los accidentes de tráfico, los suicidios y los actos violentos son responsables de casi una cuarta parte de las muertes de jóvenes de entre 10 y 24 años que cada año se registran en el mundo, según un estudio internacional a gran escala que publica la revista médica The Lancet. A pesar de que la adolescencia se asocia comúnmente con un período de prosperidad, vitalidad, fuerza y, en definitiva, buena salud, los expertos advierten de que cada año más de 2,6 millones de jóvenes mueren a lo largo de sus dos primeras décadas de vida y señalan, además, que una amplia mayoría (el 97%) de los fallecimientos ocurren en países en vías de desarrollo.
Es la primera vez que la comunidad científica pone sobre la mesa e indaga sobre las causas de un asunto tan delicado como el fallecimiento de los más jóvenes, que representan en la actualidad el 30% de la población mundial. El estudio, elaborado por las universidades australianas de Melbourne y Brisbane, el University College London (Reino Unido), la Universidad de Ginebra (Suiza) y apoyado por la Organización Mundial de la Salud (OMS), pone de relieve que una de cada cuatro muertes en este grupo de edad se debe a factores externos, no a enfermedades, y que podrían evitarse con políticas informativas y educativas eficaces. "Queremos demostrar que la mortalidad infantil existe, que seguirá aumentando en los próximos años y que se trata de un problema que hay que poner en la agenda pública, porque sus causas pueden combatirse", aseguró uno de los autores del estudio, el profesor George Patton, durante la presentación del informe en Londres.

El informe explica que las regiones más industrializadas (Europa, EE UU, Canadá, Japón y Australia) tan sólo registran un 3% de los fallecimientos adolescentes, mientras que el Africa subsahariana y el sudeste asiático suman dos tercios de las muertes en este grupo de edad. Estas afirmaciones se basan en las cifras del Informe sobre la Expansión de Enfermedades en el mundo elaborado por la OMS en 2004, que ha servido de base para la investigación.

Los expertos han constatado que las causas de fallecimiento difieren significativamente entre los países desarrollados o de alto poder adquisitivo y aquellos en vías de desarrollo o de bajo-medio poder adquisitivo. En el primero de esos grupos, en el que se incluye España, el 10% de las muertes se deben a accidentes de tráfico, el 6,3% corresponden a suicidios, el 6% están relacionadas con actos violentos y sólo por debajo del 5% incidencia aparecen causas puramente médicas como infecciones respiratorias, tuberculosis, sida o meningitis.

Por sexos, las causas de mortalidad en los hombres coinciden con esa clasificación general, pero en el caso de las mujeres las infecciones respiratorias, el sida y la tuberculosis ocupan también un lugar destacado de la lista.

Prevención de enfermedades

En cuanto a los países denominados de bajo o medio poder adquisitivo, entre los que se incluye Africa, Suramérica, Centroamérica, la Europa del Este, Oriente Medio y una gran parte de Asia, el 15% de las muertes se producen en la niñez, debido a enfermedades transmitidas por vía materna, junto con el contagio del sida y la tuberculosis. Los autores hacen especial hincapié en que la prevención del sida no es suficiente en estos países y abogan por el cambio hacia una estrategia política de prevención más amplia, ya que, sostienen, hay "muchas otras enfermedades contagiosas que provocan más muertes que el sida y que no atraen la atención de la comunidad internacional".

También destacan la situación que se vive en Latinoamérica, donde la violencia es la causa más frecuente de los fallecimientos juveniles, especialmente entre los varones. En concreto, el 97% de las muertes violentas tiene como origen el uso de armas de fuego, por lo que el informe recomienda a las autoridades de la región un mayor control sobre el armamento, que, a su juicio, debería ir acompañado por políticas eficaces contra el narcotráfico, la segregación y el desempleo.
La directora adjunta del departamento de Salud Familiar de la OMS, Daisy Mafubelu, afirmó que estos datos revelan que se necesita "un aumento considerable de la inversión para mejorar el acceso a la información y ayudar a los jóvenes a abandonar comportamientos especialmente peligrosos para su salud".
Fuente El País

Comentário: por que nao se fala de drogadiçao e alcool quando se fala em acidente de tráfico? Gostaria de ver o detalhamento deste item....

jueves, 10 de septiembre de 2009

Looking at the moon, but seeing you

Ainda a série "perguntar nao ofende": e isto? o que é isto,meu jesus ?

Criminosos roubam igreja e fazem padre e fiéis reféns por uma hora no Rio

da Folha Online

Três homens armados invadiram no início da tarde desta quinta-feira a igreja de Sant'Ana, no centro do Rio, e fizeram um padre de 89 anos e mais seis pessoas reféns por cerca de uma hora. Segundo informações da Polícia Civil, os assaltantes trancaram as vítimas em um quarto dentro da igreja enquanto roubaram o local.

Uma pessoa que viu o grupo invadir o templo denunciou a ação e os policiais da 6ªDP (Cidade Nova) cercaram o local. Porém, o trio já havia fugido quando a polícia chegou. Os reféns foram soltos e, segundo a polícia, ninguém se feriu.

De acordo com a delegada titular da 6ªDP, Monique Vidal da Silva Muniz, que investiga o caso, pelo menos um dos três criminosos já foram identificados pela polícia.

A Polícia Militar informou que os criminosos levaram um notebook, dinheiro, além de talheres e copos da igreja.
Fonte Folha de Sao Paulo

Da série perguntar nao ofende...O que é isso??

Jaques Wagner prevê 'guerra prolongada' em Salvador

Capital baiana vive onda de ataques feita por traficantes; governador transferiu 14 suspeitos nesta 5ª


SALVADOR - O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), anunciou nesta quinta-feira, 10, que o contingente de policiais em Salvador será aumentado com o remanejamento de homens do interior do Estado. "Essa guerra é sem trégua, sem fronteira e prolongada", declarou o governador à imprensa.


Wagner informou que quatro pessoas envolvidas nos atentados foram mortas na noite passada. "Se houver conflito aberto, eu vou torcer que tombe alguém do mundo do crime", disse. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), não ocorre nenhum novo incidente desde quarta às 20h40.



Para conter a onda de ataques, o governo decidiu transferir para o presídio federal de segurança máxima de Catanduvas (PR) mais 14 pessoas ligadas ao Comando da Paz, facção criminosa do traficante Cláudio Campanha - apontado como responsável pelos atentados a postos e veículos policiais e a ônibus na capital baiana.



Os presos embarcaram ao meio-dia em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) na Base Aérea de Salvador. A SSP informou que está descartado o pedido de convocação da Força Nacional de Segurança (FNS) Pública para ajudar no combate ao crime na cidade.



Criminalidade



Um suposto traficante morreu nesta manhã após uma troca de tiros com policiais militares na Avenida Pinto de Aguiar, perto do Estádio Pituaçú, zona oeste de Salvador.



De acordo com a Polícia Militar, três homens reagiram a uma abordagem e iniciaram o tiroteio. Dois conseguiram fugir e um deles foi baleado. Ele chegou a ser levado ao Hospital Geral, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele, os PMs apreenderam um revólver calibre 38.



(Com Fabiana Marchezi, da Central de Notícias)


Fonte Estado de Sao Paulo

miércoles, 9 de septiembre de 2009

Por si acaso, Juan, tu padre no nasció en Petrolina.Cierto?

Las vacaciones de mi padre

Jamás tuvo vacaciones mi padre; no le gustaban. Le enfadaban los días de fiesta, creían que eran un despilfarro de la humanidad. A mi madre le gustaban los medios días libres. Limpiaba la cocina, hacía café, y se disponía a disfrutar de mediodía libre, o lo que ella creía que era mediod´´ia libre, desde el almuerzo hasta el momento de la preparación de la cena. Un día le pregunté a Rafael Azcona si no se iba de vacaciones, en torno al verano, y me dijo: "¿De vacaciones? ¡Si yo ya me fui de Logroño!" De vez en cuando viajaba, mucho más en los últimos tiempos, pero sintió siempre aversión a ese término, vacaciones. En cierto modo, y acaso para mi desgracia, yo heredé aquella aversión de mi padre por lo que significa estar de vacaciones, dejar de hacer, estar vacante, no sentir la pulsión del trabajo. Así que en torno al día noveno de las vacaciones suelo empezar algún proyecto; en todo caso, y aparte de algunos proyectos que me han tenido ocupada la cabeza, no he dejado de estar en contacto con el periódico y en definitiva con la actividad laboral. A lo mejor yo he heredado de mi padre y de mi madre esas dos pulsiones: el trabajo continuo y la pasión por el mediodía libre; pulsión de no hacer nada, mala conciencia de no estar haciendo nada. resultado, actiividad, o malhumor por no hacerla. Azcona me enseñó, por su parte, que trabajar también es una alegría, y se puede tomar como parte de las vacaciones. Así que con unos ejemplos y otros siento que me voy curando de la mala conciencia que me produce sentir que no me gustan tanto tantas vacaciones. Supongo que así estaré, batallando hasta que ya no tenga que trabajar más, por unas razones o por otras. Nos vemos mañana, bajo la luz del neón.
Fuente Mira que te lo tengo dicho-Juan Cruz-El Pais

Novos Ipods com radio e camara já chegaram as lojas

A Apple finalmente atendeu os pedidos de seus clientes. Durante o evento “It’s Only Rock n’ Roll”, Steve Jobs apresentou a 5° geração do Ipod Nano, agora com câmera e rádio FM embutida.

Com a câmera, posicionada na parte traseira do aparelho, é possível gravar vídeos no formato VGA, com resolução de 640 por 480 pixels, e diversos efeitos de imagem, como raio-x, sépia, preto e branco e caleidoscópio. O microfone embutido grava no formato AAC. A tela fica um pouco maior: ela passa a ter 2,2 polegadas, contra os 2 da versão anterior.

O tocador ainda apresenta rádio FM, acabando com a necessidade dos adaptadores de rádio, e marcador de passos da Nike. O novo Nano chega as lojas americanas em duas versões, 8 GB por US$ 149 e 16 GB por US$ 179.

Sem câmeras embutidas, Steve Jobs ainda apresentou o novo Ipod Touch, agora com capacidade de 64 GB e suporte gráfico Open GL, que garante uma melhora significativa em games, e o Ipod Classic, que de 120 GB de memória passa a ter 160 GB. O novo Ipod Touch custará US$ 399 e o Classic US$ 249.
Fonte Cesar Giobbi-Portal Onne

A guerra só está perdida se desistirmos de antemao!

Depois de longo inverno volto a concordar com o Clovis Rossi:


"...há uma desproporção colossal entre usuários de cocaína e de maconha, de acordo com os dados apresentados em "Nueva Sociedad" pela pesquisadora chilena Lucía Dammert: seriam 165 milhões os consumidores de maconha no mundo todo, 10 vezes mais que os 16 milhões que usam cocaína. Vinte e quatro milhões consomem anfetaminas.

Luiz Eduardo Soares, que foi secretário nacional de Segurança, no início do primeiro governo Lula, apresenta outros números, sempre em "Nueva Sociedad", sobre a diferença de riscos para a vida envolvidos na questão das drogas. Informa que, no Rio de Janeiro, morrem por ano menos de 100 pessoas por consumo excessivo de cocaína.

Mas cerca de 65% dos mais de 6 mil crimes letais que ocorrem todos os anos no Estado "têm relação direta ou indireta com o tráfico de drogas". Dá, portanto, 4 mil mortes/ano pela violência associada ao narcotráfico.

Parece evidente, pois, que o ponto principal do debate está voltado para a violência relacionada ao tráfico, por sua vez associada ao proibicionismo, como acreditam os defensores da legalização

"Nosso problema não são as drogas; é o tráfico - e só existe por causa da penalização", acha Luiz Eduardo Soares.

A tese é tentadora, admito. Mas o texto de Lucía Dammert apresenta uma comparação que abalou minha crença nela: no mundo todo, os mortos por uso de drogas são 200 mil. As vítimas do tabaco - legalizado há muito tempo- são cinco milhões ou 25 vezes mais.

Legalizar as drogas, como é legalizado o tabaco (e, de quebra, o álcool), não levaria a uma explosão de consumo?

Se a guerra está perdida, parece longe, no entanto, o desenho de uma estratégia capaz de recuperar a iniciativa e vencê-la."

Fonte Clovis Rossi- Folha Online

ANALFABETISMO

Brasil é o país com maior número absoluto de analfabetos na América Latina

da Efe

No Dia Internacional da Alfabetização (8), o Brasil aparece como o país com o maior número de analfabetos na América Latina, apesar de alguns progressos, segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

No total, 14,1 milhões de brasileiros, o que equivale a 10,5% da população maior de 15 anos, não saber ler nem escrever. No mundo, são 776 milhões de adultos nesta situação.

Na última década, o Brasil reduziu essa taxa em cinco pontos percentuais. Porém, em números absolutos, essa diminuição significa a alfabetização de apenas dois milhões de pessoas.

Em 2003, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou um programa para promover a alfabetização da população adulta centrado em municípios com taxas de analfabetismo superiores a 25%. A maioria deles fica na região Nordeste.

De acordo com os dados cedidos pelos governos latino-americanos e reunidos pela Unesco, a América Latina tem 25 milhões de analfabetos, principalmente no Brasil e México, os países mais populosos.

Por outro lado, há nações que avançaram bastante no tema. Hoje, o Equador foi o sexto país latino-americano a anunciar que está livre do analfabetismo. Os outros são Argentina, Cuba, Venezuela, Nicarágua e Bolívia.

Com a exceção da Argentina, todos esses países conseguiram tal feito por meio da aplicação do reconhecido método cubano "Sim, eu posso" com a ajuda financeira de Caracas.

O programa teve sua efetividade reconhecida pela Unesco e já alfabetizou, de acordo com números oficiais cubanos, 3,1 milhões de pessoas em 28 países.

Além disso, nações como Paraguai, Costa Rica e Chile têm feito constantes progressos em termos de alfabetização e estão próximos de serem considerados como livres do analfabetismo.

Os países que apresentam taxas de analfabetismo abaixo de 4% da população adulta são considerados como livres do problema.

O Dia Internacional da Alfabetização é lembrado a cada 8 de setembro desde 1966, um ano depois de instituída a Unesco.

"Necesito la Luna"

La lucidez del 'Calígula' de Camus
L'Om-Imprebís estrena "un debate entre libertad y justicia" en el Lope de Vega
MARGot MOLINA


"El poder ejercido contra el hombre está abocado al fracaso". "Los hombres mueren y no son felices". "El mundo tal y como está es insoportable, por eso necesito la luna. (...) o algo que no sea de este mundo". Estas frases, cargadas de inconformismo, son algunas de las que pronunciará mañana, sobre el escenario del teatro Lope de Vega de Sevilla, un joven Calígula abrumado por el ejercicio del poder.



Santiago Sánchez: "Es una de las grandes obras del teatro del siglo XX"
Se trata del estreno nacional de Calígula, de Albert Camus, con el que la compañía L'Om-Imprebís abrirá mañana la nueva temporada del Lope de Vega. La obra, que permanecerá en Sevilla hasta el domingo día 13, está dirigida por Santiago Sánchez, quien con su estreno consigue hacer realidad un viejo deseo.

"Vi la obra por primera vez a principios de los ochenta, cuando la dirigía José Tamayo y la interpretaba José María Rodero; pero hemos tenido que esperar todos estos años porque Tamayo tenía los derechos. Nosotros los conseguimos en 2006 y desde entonces estamos trabajando en el montaje", explicó ayer en Sevilla Santiago Sánchez, autor también de la versión.

"La obra se estrenó en París en septiembre de 1945 y algunos lo entendieron como la reacción de Camus ante los totalitarismos, pero en realidad él la escribió entre 1938 y 1939, la revisó para el estreno y la volvió a tocar en 1957 y, desgraciadamente, murió en 1960; de lo contrario estoy seguro de que la habría vuelto a revisar. Calígula es, sin duda, una de las grandes obras del teatro del siglo XX, pero no habla de los totalitarismos, sino de otra tiranía: de la económica", asegura Santiago Sánchez.

La compañía, conocida por su teatro de compromiso en el que todos los elementos -escenografía, vestuario e iluminación- apuestan al unísono por soluciones innovadoras en escena, está formada por 12 actores, tres de ellos también músicos, pero fuera del escenario trabajan también otros 15 profesionales para crear una versión actual del eterno debate al que se enfrenta el hombre cuando tiene que elegir entre libertad y justicia.

"Calígula siente que el mundo no está bien y lo que hace para remediarlo es ejercer el poder al límite. Al final, se equivoca y el reconocer su error es lo que apacigua su alma", reflexiona el director.

Sandro Cordero, que encarna al joven e impulsivo emperador Calígula, confesó ayer que estaba "aterrado" ante el reto. "Gracias al planteamiento de la compañía, en la que todos trabajamos en la misma dirección, el terror ha desaparecido y ahora me siento muy arropado sobre el escenario", dice Cordero.

La percusión, especialmente los ritmos que ha aportado el actor y percusionista de Guinea Ecuatorial Gorsy Edú, impregna la obra de sonidos africanos, más reales en la Roma de Calígula, en opinión de Santiago Sánchez. Edú, quien ya ha colaborado con L'Om-Imprebís en otros tres montajes, interpreta a Helicón, "el perro fiel de Calígula", en palabras del actor.

Todos los actores se convierten también en músicos en varios momentos del montaje y Garbiñe Insausti -quien encarna a Cesonia- ha sorprendido a a todo el equipo con su bonita voz.

La coreógrafa y bailarina sevillana Paloma Díaz firma el movimiento escénico del montaje; Dino Ibáñez se ha inspirado en las escalinatas, columnas y mármoles romanos para ofrecer un espacio depurado y limpio pero impregnado de la majestuosidad del imperio romano; mientras que Sue Plummer ha creado un vestuario colorista y arriesgado que encaja perfectamente con la iluminación de Rafael Mojas y Félix Garma. Así que, como dice el propio Calígula, "desde hoy en adelante, la libertad no tendrá fronteras".
Fuente El Pais

Candide

E pensar que a palavra CANDIDATO tem a origem na palavra CANDIDO que significa tao somente puro; inocente; branco brilhante.
Hoje em dia a MENTIRA e a MITOMANIA vestem-se de Candidatos. Espero que o eleitor lhes enxergue a máscara.

By the way, Candida é assunto de consulta médica.

Sustentabilidade? Aquela do Brasil de 1500?

Brasil está desaparecendo em meio a reservas ambientais, diz Stephanes
8 de setembro

Na Folha Online:
O ministro Reinhold Stephanes (Agricultura) afirmou na tarde desta terça-feira em Brasília que o Brasil está “praticamente desaparecendo em meio a reservas ambientais e indígenas, áreas de preservação e áreas consideradas prioritárias”. Segundo ele, 70% do território brasileiro não pode ser utilizado para qualquer tipo de produção e ainda há quem queira ampliar esse percentual para 80%.

“Já somos de longe o país mais ambientalista do mundo. O Brasil ainda detém 31% das florestas nativas no mundo, enquanto que a Europa, que financia as organizações não governamentais que atuam na área ambiental no País, tem menos de 2% de sua área preservada”, criticou o ministro durante seminário sobre o Códido Ambiental Brasileiro na Câmara.

Segundo Stephanes, as discussões que se travaram no seminário eram guiadas pela racionalidade e, principalmente, com base técnica, “enquanto que o ministro do Meio Ambiente [Carlos Minc] e os órgãos ambientais se recusam a ter qualquer discussão do mesmo nível”.

“Eles dizem que aceitam mudar tudo, menos aquilo que está em lei. Mas o que buscamos não é uma relativização ou flexibilização, mas sim a correção de alguns erros e excessos ocorridos na legislação ambiental nos últimos anos”, defendeu o ministro.

Ele acrescentou também que é preciso esclarecer o que alguns conceitos significam. “Por exemplo, sustentabilidade: é a realidade que temos hoje ou é buscar a realidade que tínhamos em 1500? O que esses ambientalistas querem afinal?”

lunes, 7 de septiembre de 2009

E a agri CULTURE????

“Compartilhar nossa tecnologia não nos dá medo, porque nós sabemos que no século 21 os países devem falar de igual para igual”, disse Sarkozy. “O tempo da colonização já acabou.”
Comento: Que tempos vivemos no século 21 ? O que será que substituiu o "tempo da colonizaçao" na grandiosa França? E no Haití, ex-colonia Francesa? e nos suburbios de Paris, que "tempos" vivem os imigrantes das ex-colonias?