sábado, 24 de julio de 2010

CIRO COELHO é 4001 !


O deputado estadual Ciro Coelho (PSB), que lançou oficialmente sua candidatura no Sest/Senat,em Petrolina, reservou um momento do seu discurso para render elogios ao primo secretário, Fernando Bezerra Coelho (PSB) diante dos seus correligionários.
Os dois andaram, desde 1986 (quando a família Coelho rompeu politicamente), em caminhos diferentes. Agora estão juntos. E Ciro fez questão de destacar esse fato, ao lembrar do convite feito pelo governador Eduardo Campos, para que ingressasse no PSB.
“Disse ao governador que corria o risco de perder o mandato, mas aceitei o desafio deixando claro que Fernando é meu líder”, enfatizou. Chamando FBC de ’sangue do meu sangue’, Ciro chegou a afirmar que o secretário é a maior liderança viva do sertão pernambucano.
Fonte blog do carlos br

Diana Krall - Quiet Nights (legendado)

A love letter....

Diana Krall em Cascais

Diana Krall (Loulé)
É uma das maiores vozes jazz da sua geração e, em Portugal, tem sempre a garantia de salas esgotadas. Não se prevê menos do que recintos cheios para assistir ao regresso de Diana Krall: a 24 de Julho em Loulé e no dia seguinte em Cascais.
Para os muitos fãs da premiada cantora canadiana, os tons jazzísticos da sua voz e piano são sempre bons motivos de reunião. A expectativa aumenta quando se perfila a apresentação dos temas que compõem o seu novo álbum, "Quiet Nights", que tem ainda a vantagem de incluir vários temas em português. Afinal, a música brasileira foi a maior inspiração deste trabalho. "Era só uma questão de tempo até que Diana Krall se virasse para a bossa nova", escreve a BBC. "O resultado faz desejar que ela lá tivesse chegado um pouco mais cedo." Entretanto, os escaparates - incluindo os portugueses - vão testemunhado mais um grande sucesso de vendas.
Fonte Guia do Lazer-www.publico.pt

viernes, 23 de julio de 2010

Jorge Drexler - La Vida Es Mas Compleja De Lo Que Parece

Volvi a creer...

"Se Es'' + Soledad - Jorge Drexler en Concierto

Jorge Drexler em Sao Paulo

Amar la Trama (WEA), o novo álbum do autor (que ganhou um Oscar em 2005), é o núcleo do show, e está pleno dessas pequenas surpresas líricas - seja na poesia ou na musicalidade. "Tem gente que é de um lugar/Não é meu caso/Eu estou aqui/De passagem", avisa o cantor, cujo estilo às vezes pode sugerir um híbrido de Caetano Veloso e Leonard Cohen (de quem, por sinal, ele gravou Dance Me to The End of Love). Não tem problema: ele ama ambos (e Chico, e Bethânia).
Na musicalidade do disco, entre milongas e baladas, é impossível não se encantar com o metatango Toque de Queda (que, no estúdio, ele gravou com a mulher, Leonor Watling, do grupo Marlango): "Uma língua estranha murmura seu preço/E outra língua paga, moeda a moeda/Cada trapezista solta seu trapézio/Na solidão do toque da queda".
Muitos metais (trompetes, trombones, saxofones) emolduram o som de Drexler, e ele adianta que esse arsenal será usado nas cerca de duas horas do show de hoje - além de marimbas, um theremin e percussão a granel. Tudo isso, no entanto, não conduz Drexler para o território dionisíaco de um, digamos assim, Manu Chao. Ele é o oposto disso, de tradição mais introspectiva e derramada, cujo extremo dramático se manifesta na canção Telón, quase doloresduranianamente encharcada de dor de cotovelo.
Drexler (que é formado em Medicina) se define como um "péssimo vendedor de discos", como colegas ilustres seus, mas o impacto dos seus discos é sempre muito grande. Até Amar la Trama, vinha flertando com a música eletrônica. Subitamente, voltou ao ponto de origem, abrindo mão do sistema de "corta e cola" da música eletrônica, fazendo tudo de novo de forma orgânica e testando as canções em jam sessions, com públicos distintos, em sessões abertas em Madri, onde vive há 16 anos.
Copa do Mundo. Longamente influenciado e amigo de protagonistas da MPB, ele dedica uma música, Aquiles, Por Su Talón és Aquiles, a Paulinho Moska. Para Drexler, não faz mais sentido no mundo atual a postura olímpica de alguns artistas, dissociada da realidade, alienada, fora do mundo. O futebol, segundo ele, foi um retrato dessa mudança na Copa do Mundo da África do Sul. "Vejo tudo isso como um sinal dos tempos: os que jogam pela beleza, pelo jogo de equipe, que estão de fora do populismo personalista, esses times ganharam. Triunfaram os que fizeram o seu trabalho em silêncio, centrado na estratégia, baseado na humildade e na razão", afirmou. "O futebol rock star morreu nesse mundial, todos os gigantescos times com seus megapatrocinadores falharam".
O álbum novo de Drexler, base do seu concerto, é construído em torno da ideia da viagem, da travessia, seja ela feita através de fronteiras ou internamente. Esse invólucro já começa na faixa de abertura, Tres Mil Millones de Latidos - que trata do número de batidas de coração de um ser humano que viva até a idade média de 80 anos. Ele já fez 25 shows desse disco. "Estou feliz com o resultado, é um show muito movimentado, muito mais alegre do que de costume", afirmou.
Ao levar o Oscar de melhor canção em 2005 (por Al Otro Lado del Río, tema de Diários de Motocicleta, de Walter Salles), Jorge Drexler quase foi cogitado de ser "limado" da festa em Hollywood (Banderas cantaria sua música). Mas o ator Gael García Bernal disse que não iria se não o levassem e ele foi escalado. Também foi o autor da recente versão em espanhol de Waka Waka, o hit de Shakira, a convite da colombiana (com quem o compositor frequentemente colabora). "Shakira é uma grande estrela pop e também uma grande trabalhadora, muito consciente", conta.
A parceria com Shakira é só uma faceta da versatilidade desse "milongueiro cool": seus temas já foram cantados por artistas como Omara Portuondo, Pablo Milanés, Ana Belén, Miguel Ríos e Ana Torroja, entre outros. Seu primeiro disco saiu em 1992. Ao lançar o segundo, Radar, em 1994, mudou-se para a Espanha, onde ganhou maior projeção.
Jorge Drexler - Via Funchal
Fonte Estadao
Ouça aqui

Yo soy quien soy!

Calderón de la Barca

miércoles, 21 de julio de 2010

lunes, 19 de julio de 2010

Twitter como estilo de vida?

O que podemos é mudar
Como o senhor enxerga esse futuro?
Volto à minha ideia do maoísmo digital. Na visão de quem acha que as máquinas são mais relevantes que as pessoas, o que importa é pôr tudo na internet, contribuir para esse cérebro global que deve ter prioridade sobre qualquer indivíduo – e, se preciso, expropriá-lo das suas criações. De forma muito esquisita, essa filosofia anti-humana tem ligações com o antigo pensamento comunista e dá à internet um desenho que, para mim, é um terrível engano.
Jaron Lanier
Fonte Revista Veja

domingo, 18 de julio de 2010

Pa-Ciência

Valeu pelo chiste!