sábado, 25 de septiembre de 2010
Literatura e Vida
A literatura, como a vida, está atravancada. (...) Escrever muito é facil.
Escrever pouco é heróico, muitas vezes. Poucos escritores tem essa coragem.
Escrever pouco é heróico, muitas vezes. Poucos escritores tem essa coragem.
Vida e Arte
Entre a vida e a arte deve haver sempre uma fronteira, mas uma fronteira, mesmo que seja uma fronteira de seda.(...) Há que reduzir o acontecimento à sua expressao mais simples,à expressao linear, despi-lo de todos os realismos, depená-lo.
viernes, 24 de septiembre de 2010
Vida e Literatura
A criaçao do romance moderno, raccourci das velhas e pesadas máquinas de intrigas, foi, ao princípio, uma defesa, a legítima defesa dos que vivem com a pena, dos que vivem da pena...Pouco a pouco, essa literatura que tinha a justa ambiçao de ser lida, começaa adaptar-se à Vida, a seguir-lhe o ritmo, a perder barriga, a fazer sport. ...Se consegue vencer a mortal indiferença dos que passam, o romance faz-se homem ou mulher, conforme o título, conforme o protagonista. Por fim, circula, mexe-se, agita-s, sofre e diverte-se, como qualquer de nós .
(...)
Quando uma obra se mistura assim com a vida é porque essa obra, apesar das suas extravagancias, das suas acrobacias, tem uma humanidade, alguns centimetros de epiderme, pelo menos.
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Quando uma obra se mistura assim com a vida é porque essa obra, apesar das suas extravagancias, das suas acrobacias, tem uma humanidade, alguns centimetros de epiderme, pelo menos.
martes, 21 de septiembre de 2010
Diana Krall encanta o Brasil
Em apresentação no Rio de Janeiro, na noite desta segunda-feira, a cantora de jazz canadense Diana Krall esbanjou beleza e simpatia. Ao menos para a plateia. De vestido preto, sandália com salto metálico e olhar penetrante, agradeceu repetidamente a recepção calorosa que teve no país e prometeu voltar com toda a família em breve. “Meus filhos vão poder brincar com os de vocês”, disse, em inglês, sobre os gêmeos Dexter e Frank, de 4 anos de idade.
Em um português quase compreensível, cantou a música “Estes seus olhos”, de Tom Jobim, arrancando gritinhos da plateia. Sobre João Gilberto, que conheceu após uma apresentação no Carnegie Hall, em Nova York, comentou: “Quando eu o vi foi como encontrar o Papai Noel, que você sempre acreditou que existia, mas nunca tinha visto”.
Fonte vejaonline- GPS
Em um português quase compreensível, cantou a música “Estes seus olhos”, de Tom Jobim, arrancando gritinhos da plateia. Sobre João Gilberto, que conheceu após uma apresentação no Carnegie Hall, em Nova York, comentou: “Quando eu o vi foi como encontrar o Papai Noel, que você sempre acreditou que existia, mas nunca tinha visto”.
Fonte vejaonline- GPS
lunes, 20 de septiembre de 2010
As novas regras do subsídio de desemprego em Portugal
Desde o início de Julho, os desempregados são obrigados a aceitar as propostas de trabalho que lhes ofereçam salários mais reduzidos do que até então. Estas mudanças surgiram na sequência do Programa de Estabilidade e Crescimento e da necessidade de controlar as despesas sociais, para reduzir o défice público.O Decreto-Lei 72/2010 prevê que, durante o primeiro ano de desemprego, os beneficiários de subsídio são obrigados a aceitar propostas de emprego que ofereçam salário ilíquido igual ao valor da prestação ou 10 por cento superior. A partir do primeiro ano, os desempregados têm que aceitar as propostas de trabalho que lhe garantam uma remuneração mensal ilíquida igual ao valor do subsídio. Trata-se de uma alteração substancial face à que vigorava até então e que considerava emprego conveniente nos primeiros seis meses de desemprego o que oferecesse um salário 25 por cento acima do subsídio e a partir do sétimo mês o trabalho que garantia um salário 10 por cento acima do valor da prestação
Fonte Publico online
contiua aqui
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Leonor Xavier vence Prémio Máxima de Literatura 2010
O Prémio Máxima de Literatura foi hoje atribuído a Leonor Xavier pelo livro de memórias “Casas Contadas” (editado pela Asa em 2009), que passa pelas 13 casas onde a jornalista viveu. O júri, constituído por António Carvalho, Maria Helena Mira Mateus, valter hugo mãe e a directora da revista, Laura Luzes Torres, tomou a decisão por unanimidade
O Prémio Máxima Literatura é o único prémio literário exclusivamente atribuído a mulheres em Portugal e tem como valor pecuniário 4 mil euros.
Leonor Xavier nasceu em Lisboa numa tradicional família da Lapa e foi para o Brasil em 1975 com os três filhos e o marido que, tendo sido saneado no pós-25 de Abril do cargo de professor da Faculdade de Direito de Lisboa, foi convidado a dar aulas na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Viveu depois no Rio de Janeiro, tem dupla nacionalidade e regressou a Portugal em 1987. Formou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras, foi jornalista do "Diário de Notícias" no Rio de Janeiro, e mais tarde, em Portugal, redactora da revista "Máxima".
Leonor Xavier é também autora de "A vida não se perdeu”, biografia de Raul Solnado, de quem foi companheira durante mais de uma década; escreveu ainda a biografia de “Maria Barroso, um olhar sobre a vida” e ainda a biografia política de Rui Patrício, “A Vida Conta-se Inteira”. A autora escreveu ainda os romances “Ponte-Aérea” (1983), “O Ano da Travessia” (1994) e “Botafogo” (2004). Em 2009, o prémio foi atribuído a “Myra” de Maria Velho da Costa.
Fonte Publico online
O Prémio Máxima Literatura é o único prémio literário exclusivamente atribuído a mulheres em Portugal e tem como valor pecuniário 4 mil euros.
Leonor Xavier nasceu em Lisboa numa tradicional família da Lapa e foi para o Brasil em 1975 com os três filhos e o marido que, tendo sido saneado no pós-25 de Abril do cargo de professor da Faculdade de Direito de Lisboa, foi convidado a dar aulas na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Viveu depois no Rio de Janeiro, tem dupla nacionalidade e regressou a Portugal em 1987. Formou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras, foi jornalista do "Diário de Notícias" no Rio de Janeiro, e mais tarde, em Portugal, redactora da revista "Máxima".
Leonor Xavier é também autora de "A vida não se perdeu”, biografia de Raul Solnado, de quem foi companheira durante mais de uma década; escreveu ainda a biografia de “Maria Barroso, um olhar sobre a vida” e ainda a biografia política de Rui Patrício, “A Vida Conta-se Inteira”. A autora escreveu ainda os romances “Ponte-Aérea” (1983), “O Ano da Travessia” (1994) e “Botafogo” (2004). Em 2009, o prémio foi atribuído a “Myra” de Maria Velho da Costa.
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Peter Frampton - Baby, I love your way (live) 1976
I can see the sunset in your eyes
Don`t hesitate
`Cause your love won`t wait
É um problema tocar as canções antigas que o consagraram?
Não, não acho que sejam. Acho que sempre vou fazê-las. O que ainda me anima a tocar essas músicas é que ganho a performance da plateia. Eles adoram! Vejo as pessoas amarem, chorarem, vejo a emoção e o efeito que essas músicas – ainda! -, depois de todo esse tempo, elas ainda têm profundo efeito nas pessoas. É tão importante para a vida das pessoas... Me sinto honrado, você entende o que eu estou falando?
continua aqui
domingo, 19 de septiembre de 2010
Fico assim sem você - Adriana Calcanhoto
Tô Louca pra te ver chegar...
A solidao é o pior castigo
Mas o relógio.....
comigo
Romeu sem Julieta
Circo sem Palhaço
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