sábado, 26 de enero de 2013
viernes, 25 de enero de 2013
Caminante latinoamericano na Europa
Meu tio anda pela Europa e me escreve um email a perguntar do resto do mundo. Anda sem tempo para ler os jornais, deslumbrado com a civilidade daquela cidade européia,barroca e austrohungara, capital de um grande império que parece nao acabar jamais. A civilidade das cidades européias sempre impactam a nós latinoamericanos. CIVILIDADE...civilidade...civilitas ....Palavra antiga, de outro império, que tambem nao deseja acabar...Palavras que nao desejamos ver perderem sentido, perderem vigencia...E ainda me dizem que desta vez a Europa acaba....Será?????
Respondo com as manchetes do dia de varios jornais europeus e da nuestra latinoamerica.
Ele treplica queixando-se da resposta sumária ou das noticias(sei lá eu...) e me diz assim
assim:
Na verdade tudo eh mais complexo e preocupante do que traduz a van filosofia... Que horror.Parece com as coisas da Florença, do Renascimento, em que os lideres se comunicavam através de mensagens cifradas, que além de decodificadas, precisavam tambem ser interpretadas..porque diziam o contrario da que estava escrito.
PS Resolvi postar esta foto porque o Velazquez gosta desta linguagem truncada a que tio Augusto se refere...Augusto é outro nome de outro império antigo. Ou nao???
Respondo com as manchetes do dia de varios jornais europeus e da nuestra latinoamerica.
Ele treplica queixando-se da resposta sumária ou das noticias(sei lá eu...) e me diz assim
assim:
Na verdade tudo eh mais complexo e preocupante do que traduz a van filosofia... Que horror.Parece com as coisas da Florença, do Renascimento, em que os lideres se comunicavam através de mensagens cifradas, que além de decodificadas, precisavam tambem ser interpretadas..porque diziam o contrario da que estava escrito.
PS Resolvi postar esta foto porque o Velazquez gosta desta linguagem truncada a que tio Augusto se refere...Augusto é outro nome de outro império antigo. Ou nao???
Vista Alegre, a porcelana portuguesa que foi sempre um luxo
Eu sei que a notícia é velha e pensei que talvez nao valesse a pena anunciar que o Lacroix esta desenhando uma coleçao da porcelana Vista Alegre.Daí pensei que deveria anunciar algo como o Rolls Royce e falar da excelencia da porcelna Vista Alegre que já masceu de Luxo: O Lacroix é um update, ou melhor, a continuidade do alto padrao desta casa portugues(com certeza).
jueves, 24 de enero de 2013
Torta de Tomates _El Corte Ingles
300 g de masa quebrada, 500 g de tomates rojos maduros, 2 cebollas medianas, 3 dientes de ajo, 150 g de queso de cabra, 100 g de piñones, 100 ml de aceite de oliva, 1 manojo de albahaca, 1 cucharada de orégano seco en polvo, pimienta, sal.
Elaboración:Lavar los tomates y cortarlos en rodajas más bien finas. Pelar las cebollas y picarlas. Calentar 50 ml de aceite en una sartén y rehogar la cebolla sin dejar que llegue a coger color. Escurrirla y reservar. Triturar los dientes de ajo pelados junto con los piñones y la albahaca con el brazo de la batidora. Ir agregando el aceite poco a poco hasta obtener una crema untuosa. Estirar la masa quebrada con la ayuda de un rodillo sobre una superficie enharinada.
Forrar un molde cuadrado. Pinchar el fondo y dejar durante 10 minutos en el congelador. Cubrirlo con papel de aluminio y con unos pesitos. Hornear 10 minutos a 220 °C. Sacar del horno, retirar los pesitos y el papel. Cubrir la tartaleta con el queso de cabra troceado, encima poner los tomates, salpimentar y rociar con la salsa. Hornear 20 minutos a 200 °C. Desmoldar y espolvorear con orégano por encima.
Forrar un molde cuadrado. Pinchar el fondo y dejar durante 10 minutos en el congelador. Cubrirlo con papel de aluminio y con unos pesitos. Hornear 10 minutos a 220 °C. Sacar del horno, retirar los pesitos y el papel. Cubrir la tartaleta con el queso de cabra troceado, encima poner los tomates, salpimentar y rociar con la salsa. Hornear 20 minutos a 200 °C. Desmoldar y espolvorear con orégano por encima.
miércoles, 23 de enero de 2013
Grande exposiçao de Manet na Royal Academy de Londres
Cuando Édouard Manet (París, 1832-1883) pintó Olympia, célebre retrato de una belleza desnuda que escruta inmisericordemente al espectador, inspirado en La venus de Urbino,de Tiziano, el rechazo resultó tan feroz como para que un crítico escribiera: “El arte ha caído tan bajo que no merece ni reproches”.
Con parecida ausencia de simpatía fue recibida su inmortal comida campestre, Le déjeuner sur l’herbe (1863), en la que dos hombres vestidos y una mujer desnuda comparten escena y viandas. Ambas obras fueron rechazadas en el parisiense Salón de Otoño por su descaro y por una técnica que, aún nadie lo sabía, acabaría siendo contemplada como revolucionaria. Manet, desesperado, escribió a su amigo Baudelaire: los insultos, le confesó, caían sobre él con la dureza del granizo.
Lejos quedaban aún los tiempos en que aquella escena bucólica inspiraría a Picasso y a Jean Renoir. Y aún más distante el día en el que Manet protagonizaría una de las grandes fechas en la temporada de exposiciones londinense. Fue ayer, cuando la Royal Academy desveló las cartas de su gran apuesta para 2013: una gran retrospectiva centrada en la faceta de retratista del genio, con 50 obras maestras que muestran que supo vincular la tradición de Velázquez y Tiziano con los planteamientos posimpresionistas de Gauguin y Cézanne.
Le déjeuner sur l’herbe, propiedad de la Courtauld Gallery de Londres, es la estrella de Manet. El retrato de la vida, que se abre al público el próximo viernes y podrá ser visitada hasta el 14 de abril.
(...)
La muestra de Londres avanza empujada por dos fuerzas (la cronológica y la temática), aunque siempre sobre un mismo eje: el retrato. La primera parada trata del artista y su familia.
A la intimidad se yuxtapone en el recorrido la amistad: la que le unió a Baudelaire, Zola, Georges Moore, Zacharie Astruc, Théodore Durer, Antonin Proust, Eva González, Berthe Morisot y Victorine Meurat y otros rostros que funcionan en la exposición como un deslumbrante fotomatón del siglo XIX y sustentan la advertencia de Stevens; no ha sido fácil reunir tantas obras maestras.
Cierto es que no están los grandes lienzos de los últimos años, cuando la luz se adueñó de las telas. Es también la etapa en la que empieza a sufrir dolores terribles causados por una enfermedad relacionada con la sífilis. Son también los tiempos en que abandona el óleo por resultarle demasiado trabajoso y opta por el pastel. Tras su última gran obra (El bar del Folies Bergère, de 1882), su estado empeoró y tuvieron que amputarle una pierna gangrenada. Murió una semana después. Tenía 51 años. Los honores no tardaron en llegar, pero para él ya era demasiado tarde.
Fuente El Pais
martes, 22 de enero de 2013
BANANA e MAÇA para a sobremesa de inverno
Bananas
Ingredientes
6 Bananas100g de Açúcar mascavado
4 Colheres de sopa de rum
1Colher de sobremesa de erva doce
Preparação
Ingredientes
6 Maçãs4 Colheres de sopa de rum
2 Colheres de sopa de açúcar amarelo
4 Colheres de sopa de mel
50 g de Manteiga
Preparação
Corte o topo das maçãs e reserve. Com a ajuda de um boleador retire o caroço a cada uma. Disponha-as num tabuleiro de forno. Misture o rum, os pinhões, os corintos, o açúcar, o mel e a manteiga previamente derretida. Deite um pouco deste preparado dentro de cada maçã, coloque o topo da mesma e leve a assar ao forno pré aquecido a 180*C durante cerca de 20 minutos. Deixe arrefecer. Bata as natas com o açúcar e no momento de servir, retire os topos, disponha um pouco de natas e volte a tapar. SirvaPS Retirados daqui
lunes, 21 de enero de 2013
Lisboa ,Sé. Ou Lusótima ...
Foto de Pedro Martins Coelho, emprestda daqui
Marcadores:
fotografia de Pedro Martins Coelho,
Lisboa,
Sé
Lisboa Autentica
A Lisboa Autêntica é uma equipa multidisciplinar com colaboradores de
várias nacionalidades. Temos em comum o gosto pela cidade de Lisboa e
adoramos partilhá-lo consigo. Juntos descobrimos a cidade, movidos por
uma imensa curiosidade, informação rigorosa e boa disposição.
Passeios Temáticos
- Lisboa das Sete Colinas – 1ª
- Lisboa das Sete Colinas – 4ª (Novo)
- Lisboa Aristocrática
- Lisboa das Artes e Ofícios
- Lisboa Bairro Alto
- Lisboa do Fado
- Lisboa Operária
- Lisboa Moura
- Lisboa Gastronómica
- Lisboa Gastronomia do Mundo
- Lisboa Vegetariana
- Lisboa Doce
- Lisboa Vínica
- Lisboa Arqueológica I
- Lisboa Arqueológica II
- Lisboa Arqueológica III
- Lisboa Medieval I
- Lisboa do Terramoto
- Rua do Século (Novo)
- Lisboa Fora de Portas
- Lisboa Fora de Portas II (Novo)
- Lisboa Palaciana I
- Passeio Único
domingo, 20 de enero de 2013
Gato Fedorento - Dr. House Português...
e o racismo histérico. Que nao é exclusivo do aquem- mar!
Ah! os politicamente corretos que dao a impressao de haverem acordado como a Alice - no País das maravilhas - vendo hipopotamos em lugar de camundongos,ou como o Oliver Twist, vendo racistas gigantes multiplicados em toda parte... onde haja `uniforme`.De médico ou de auxiliar de enfermagem.
Tudo em nome de uma modernidade.
Para muitos criticos a modernidade de Hipolitte Taine é incontestável, ora bolas!Moderno mesmo é o Policarpo Quaresma.
Volto a convocar o Paulo mendes Campos : ``
Somos
todos bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção
petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o
bolo, e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de
ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
A
gente vive
errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes
por dia: “Oh, I beg your pardon!” Pois viver é falar de corda em casa de
enforcado. Por isso te digo, para a tua sabedoria de bolso: se gostas
de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato
perguntou à Alice: “Gostarias de gatos se fosses eu? “.``
Pronto:ja dei a volta ao cabo da boa esperança e ja sou politicamente correta.Eu também!
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racismo histerico
Camus: Su fallecimento en un acidente de coche privó a Europa de su intelectual más luminoso y moral.
Cuando en 1959 Camus recogió el Premio Nobel, apuntó en su
discurso una idea que hoy multiplica su fuerza, demasiado próxima y
certera para no pensar que aquel tiempo también es el de ahora mismo:
“Cada generación, sin duda, se cree destinada a rehacer el mundo. La mía
sabe, sin embargo, que no lo rehará. Pero su tarea quizá sea aún más
grande. Consiste en impedir que el mundo se deshaga. Heredera de una
historia corrompida, en la que se mezclan las revoluciones frustradas,
las técnicas enloquecidas, los dioses muertos y las ideologías
extenuadas; cuando poderes mediocres pueden destruirlo todo, pero ya no
saben convencer; cuando la inteligencia se ha rebajado hasta convertirse
en criada del odio y la opresión, esta generación ha tenido, en sí
misma y alrededor de sí misma, que restaurar, a partir de sus
negaciones, un poco de lo que hace digno el vivir y el morir”.
Fuente El Pais
Fuente El Pais
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