sábado, 18 de mayo de 2013

El Prado a través de una cerradura e a Anunciaçao em Don Juan

La muestra es también un recorrido por la historia de las técnicas del pequeño formato, que echó a andar en la Edad Media con los altares portátiles y como acompañamiento a los retablos en las secuencias descritas por las predelas. Así es en La Anunciación, de Fra Angelico, colgado a una altura mayor de la habitual para llamar la atención sobre esos detalles inferiores. Luego llegarían las tablas, los óleos sobre cobre, las pinturas de gabinete, las pizarras de Del Piombo y los bocetos que de medios pasaron a ser fines en sí mimos.
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  En general, la predela es la plataforma sobre la que se asienta un altar y de ahí que se conozca con el mismo nombre (predela) a las pinturas o esculturas que recorren el marco en la parte inferior del retablo. A menudo son escenas narrativas, por ejemplo, escenas en la vida de un santo en particular.
Ejemplos de predelas son:
L'Annunciazione è un'opera di Beato Angelico (tempera su tavola, 154x194 cm il pannello centrale, 194x194 compresa la predella) conservata nel Museo del Prado a Madrid e databile alla metà degli anni trenta del Quattrocento. L'opera è probabilmente la terza di una serie di tre grandi tavole dell'Annunciazione dipinte dall'Angelico negli anni trenta del Quattrocento; le altre due sono l'Annunciazione di Cortona e l'Annunciazione di San Giovanni Valdarno. La datazione non è però concorde ed alcuni storici dell'arte invertono la serie, proponendo la tavola del Prado come la prima.
La scena è composta in maniera simile alle altre due Annunciazioni, con alcune differenze. Come nell'Annunciazione cortonese la superficie dipinta è tripartita in tre zone (il giardino, l'arcata dell'Angelo e l'arcata della Vergine), ma come nell'Annunciazione di San Giovanni il punto di fuga è all'interno della casa invece che all'esterno, concentrando maggiormente l'attenzione dello spettatore sull'Annunciazione. Ne risultavano meno evidenti Adamo ed Eva cacciati dal Paradiso terrestre, che nella pala cortonese sono vicini al punto di fuga, per questo l'Angelico ingrandì le loro figure notevolmente. Essi, come nelle altre due opere, si muovono in una giardino fiorito allusivo alla verginità di Maria ("hortus conclusus"), popolato da una moltitudine di piante e pianticelle dipinte con grande cura. Tra le specie legate a valori simbolici si riconoscono la palma, che ricorda il futuro martirio di Cristo, e le rose rosse, che richiamano il sangue della Passione di Cristo. La presenza di Adamo ed Eva sottolinea il ciclo della dannazione dell'umanità, ricomposta tramite la salvezza in Cristo, resa possibile dall'accettazione di Maria.
Dall'angolo in alto a sinistra scende un raggio di luce divina che, attraverso la colomba dello Spirito Santo, va ad illuminare la Vergine, che si piega accettando remissivamente il suo incarico. Essa è seduta su un seggio coperto da un ricco drappo che funge anche da tappeto, ed ha sulle ginocchia un libro aperto, simbolo delle Scritture che si avverano.
Il prato, dettaglio
L'Angelo è simile nella posa e nella veste all'opera di San Giovanni, anche se la sua figura appare più statica e le pieghe della veste più schematiche, frutto forse del pennello di un collaboratore.
La scena si svolge in un portico rinascimentale con arcate leggere scorciate con sapienza in prospettiva, che ricordano l'architettura di Michelozzo. La luce appare unificata, a differenza della pala di Cortona, e proviene da sinistra verso destra per tutti gli elementi.
L'effetto di insieme è quello di una descrizione epidermica e preziosa dei vari dettagli, con il ricorso a colori brillanti e freddi, quasi cristallizzati, nelle armonie cangianti degli azzurri e dei rosa.

 Nella predella si trovano cinque scene della vita di Maria (la Nascita e Sposalizio, la Visitazione, l'Adorazione dei Magi, la Presentazione al Tempio, la Dormizione) nelle quali il maestro lavorò con maggiore libertà compositiva, meno vincolato dall'osservanza alla tradizione iconografica nella scena principale.
 La scena successiva della Presentazione è ancora più innovativa, con l'ambientazione posta in un tempio circolare che sembra essere proiettato, come attraverso una lente, verso lo spettatore, perfezionando uno schema già presente nella Presentazione al Tempio di Gentile da Fabriano

Paul Ricoeur

o sujeito não é redutível a dados empíricos -, as ciências humanas... É mediante esse percurso que o Homem vem a si próprio; reconhece-se, narrando a sua própria história, sempre aberta e em transformação. A identidade humana é narrativa.
2. A ética ocupa lugar central no pensamento ricoeuriano. É famoso, neste campo, o seu triângulo ético: a ética é "o desejo da "vida boa" com e para outrem em instituições justas". Tudo arranca do desejo: o esforço de existir, a capacidade de querer e agir, ser. Mas "eu" (primeira pessoa) não sou sem o outro, sem o "tu" (segunda pessoa), que me solicita: "O outro é meu semelhante. Semelhante na alteridade, outro na semelhança." O encontro, porém, dá-se no contexto de um "ele", "ela" (terceira pessoa), que remete para o impessoal e institucional (instituições justas).
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jueves, 16 de mayo de 2013

democracia, libertad, justicia, bienestar:neolingua, stopwords,palavras esvaziadas de sentido...

neolingua, stopwords,palavras esvaziadas de sentido...

Las palabras vacías ('stop words' en inglés) son términos que carecen de significado por sí solos: artículos, pronombres, preposiciones. Fíjense por ejemplo en las palabras que Google filtra cuando realiza sus búsquedas: de, hasta, un, por. Ahora piensen en aquellos vocablos que abundan en el discurso político y que, cuanto más se utilizan, menos sentido parece que tienen: democracia, libertad, justicia, bienestar. Llamémoslas palabras 'vaciadas'. O agujeros negros del lenguaje: abismos que se tragan todo lo que encuentran a su paso.

Una cualidad de estas palabras es que, en ocasiones, sirven para nombrar una cosa y la contraria. 'Violencia', por ejemplo, ha sido empleada por Alberto Ruiz-Gallardón para defender la reforma de la Ley del aborto ("violencia estructural contra las mujeres"), pero también por los colectivos que se oponen a dicha reforma (la llaman "violencia de Estado"). Algo similar ocurre con 'igualdad' (en disputa con la 'discriminación positiva'), 'progreso' (tan ambiguo aquello de 'ir hacia adelante') y público (¿de todos o de ninguno?). De la 'legalidad' mejor ni hablamos.

olha

martes, 14 de mayo de 2013

literatura brasileira

Temos, aqui no Brasil, um esforço sistemático para conhecer o alcance e a dispersão do conhecimento da nossa literatura no exterior. É o Conexões Itaú Cultural – Mapeamento Internacional da Literatura Brasileira, projeto do qual sou um dos curadores, juntamente com o professor João Cezar de Castro Rocha.
O Conexões constrói um banco de dados de professores, pesquisadores e tradutores de literatura brasileira que trabalham no exterior. Surgiu da conjunção de vários fatores. Claudiney Ferreira, Gerente da área no Itaú Cultural, acompanhou como jornalista a presença do Brasil em Frankfurt em 1994, e notou o aumento do número de traduções em função do evento, e a diminuição desse ritmo nos anos seguintes. O professor João Cezar, então professor visitante em Manchester, chamou atenção para um fenômeno por ele observado, o aumento dos estudos de literatura brasileira no exterior. Claudiney Ferreira então montou o projeto, convidando a mim e ao João Cezar como curadores.
Saber quem são, o que estudam, que autores estão “no radar” desses professores/pesquisadores e tradutores, e procurar respostas sobre a posição da literatura brasileira no exterior, portanto, é o objetivo do Conexões, que já tem 244 participantes cadastrados, de todos os continentes. Algumas das estatísticas resultantes disso, assim como gravações dos vários encontros internacionais do Conexões estão disponíveis no site mencionado.
Vale a pena, entretanto, alinhar alguns desses dados.
São 759 autores brasileiros mencionados pelos mapeados, como os denominamos. Mencionados porque são estudados ou fazem parte do universo de referências desses profissionais.
Os participantes estão vinculados a 139 instituições de ensino ou pesquisa espalhadas por quase vinte países. Desses 244 mapeados, 65 são brasileiros, que trabalham em instituições no exterior. O país que tem maior número de mapeados são os EUA, seguidos pela França, México, Itália, Alemanha e Inglaterra.
Uma das perguntas do questionário que abastece o banco de dados é a respeito de sugestões para o incremento da presença da literatura brasileira no exterior. A resposta mais frequente é o programa de bolsas de tradução (126), seguida por programas de cátedras de literatura brasileira no exterior (76); intercâmbio entre universidades brasileiras e estrangeiras (71); criação do “Instituto Machado de Assis” para promoção da cultura brasileira no exterior (66); presença de escritores brasileiros no exterior (56); festivais de literatura brasileira no exterior (41), além de respostas discursivas (57) e outras com menor frequência, que podem ser vistas no site mencionado.
O Conexões Itaú Cultural – Mapeamento Internacional da Literatura Brasileira revela um crescente interesse pelo estudo da nossa literatura no exterior. Esse grupo de mapeados é de grande importância: são tradutores, divulgadores, eventualmente pareceristas de editoras internacionais. Essas pessoas trabalham no exterior por iniciativa das universidades e instituições de pesquisa de fora. Não contam com apoio sistemático do MEC, da CAPES, do CNPq e muito menos da BN. E contrastam essa atitude do governo brasileiro com o governo português, que bem ou mal mantem o Instituto Camões com leitores, um programa de apoio à tradução mais antigo que o nosso, cátedras e um esforço no ensino do português. E não vou mencionar aqui a história triste dos CEBs – Centros de Estudos Brasileiros, mantidos por nossas embaixadas, muitos fechados e vários à míngua.
A nossa estimativa é de que conseguimos mapear cerca de um quarto, apenas, dos profissionais – professores, pesquisadores e tradutores – que trabalham no exterior com a nossa literatura. O Conexões pretende ampliar o banco de dados para incluir as editoras que publicam autores brasileiros, os jornalistas que divulgam a literatura brasileira, e aumentar o volume de informações sobre os centros de pesquisa. É um trabalho lento, conseguir as informações não é fácil, mas já estamos no quinto ano de existência do projeto, cujo conteúdo está à disposição dos órgãos governamentais e de pesquisadores, com senhas especiais de acesso ao conteúdo completo.
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