sábado, 27 de noviembre de 2010

Água na OCA

Lezama Lima

La obra entera de Lezama es un paradigma de avidez de conocimiento a través de la escritura, de una escritura que, como él dijo del Góngora de las Soledades, "nos impresiona como la simultánea traducción de varios idiomas desconocidos". Sin duda que sus normativas poéticas incurren en distintos préstamos culteranos -barrocos-, pero el resultado final va más allá: es un barroco enriquecido con una serie de innovaciones léxicas, sintácticas, morfológicas sólo atribuibles al rango de una técnica de la imaginación de extraordinaria vitalidad. Su hermetismo, de existir, vendría a ser como la consecuencia del exceso de iluminación, del mismo modo que la presunta exuberancia de su código estilístico depende de la propia exuberancia sensitiva del autor. Imposible no reconocer la sugestión múltiple de ese paradigma que puede parecer excesivo y que de hecho tiene mucho de excéntrico en el ámbito de nuestra cultura literaria contemporánea. En cierto modo, la afanosa empresa poética de Lezama queda fijada en esa abrumadora tarea de renovación lingüística, cuyas claves parecen laboriosamente extraídas de "las profundas cavernas del sentido". Por ahí se llega sin duda a la esencia misma de la creación poética.
(...)

Con alguna episódica salvedad, en todos los casos se verifica como una especie de similar desalojo de una realidad que va a ser lujuriosamente sustituida por otra versión posible de esa realidad, o de ese enigma que para entendernos llamamos realidad. La diferencia de géneros apenas interfiere esa peculiarísima osadía compositiva. Lo que llamó Valente a este respecto "la apertura infinita de la palabra" viene a ser aquí como una celebración del más depurado arte de escribir, de un arte que se mantiene magistralmente vivo porque nació sin ningún condicionamiento temporal. Releer a Lezama continúa siendo un muy acreditado ejercicio de literatura comparada para neutralizar el desánimo.
(JOSÉ MANUEL CABALLERO BONALD)
Fonte El País
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...esos personajes perfectamente dibujados...ese apego profundo al realismo

Siempre me pasa. Compro o recibo "el Auster" anual (esta vez Sunset Park, Anagrama) y me secuestro a mí mismo a cal y canto hasta pasar la última página. Es mi vicio, mi compulsión, mi pecado, mi indulgencia. No es que me ciegue ante sus carencias (a menudo la pifia hacia el final) y no me cansen a veces sus trucos de prestidigitador posmoderno y metanovelístico, pero me sigue subyugando el torrente narrativo al que me arrastra, esos personajes perfectamente dibujados y familiares que, sin embargo, guardan ominosos secretos y culpas, ese apego profundo al realismo que, por otra parte, le sirve para hipnotizar al lector e introducirlo más fácilmente en los pliegues y fisuras de lo aparente. Adoro a Auster como se adoran esos objetos transicionales que sirven a niños y a enamorados infelices para tomar aliento y marcharse (o regresar) a otra cosa: a Proust, por ejemplo, o a Balzac, o a Flaubert, de los que tanto aprendió el elegante y austero Auster (MANUEL RODRÍGUEZ RIVERO )

Fonte El País
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viernes, 26 de noviembre de 2010

IDADE

Em Portugal, considera-se jovem até aos 35 anos e idoso a partir dos 65,6 anos.Mas a disparidade é grande. Chipre e Grécia, por exemplo, consideram que só a partir dos 52 anos uma pessoa deixa de ser jovem.

“Estes indicadores mostram como uma coisa que parece muito evidente varia muito de cultura para cultura, apesar de haver marcadores biológicos”, nota Luísa Lima.

A investigadora refere ainda que os inquiridos tendem a empurrar a fronteira da juventude e da velhice ao longo da vida, que no caso dos jovens acontece em média 10 anos antes.

“Isto tem a ver com o prestígio do grupo da meia-idade. À volta dos 40 tem de se provar menos coisas. Quando se é jovem tem de se provar que já se conseguem fazer determinadas coisas e quando se é mais velho tem de se provar que ainda se conseguem fazer algumas coisas. A meia-idade é confortável em termos de estatuto social”, justifica Luísa Lima.

Aliás, Portugal é um dos países em que a meia-idade é vista como durando mais tempo, 31 anos, claramente acima da média europeia, que é de 22 anos.
Leia tudo aqui
Fonte Publico.pt
Comento: a Europa eh o ,meu paraíso particular haja visto o prestigio da meia idade

Viportuguese "Vamos a Portugal" by Ro et Cut

Favio, que vida... par Ro et Cut

jueves, 25 de noviembre de 2010

Workout

I know I am not an example, but... I am not saying "Do like I do".
That is precisely the contrary

martes, 23 de noviembre de 2010

Long and Winding Road

You left me standing here
a long long time ago

lunes, 22 de noviembre de 2010

PAUL McCARTNEY (PART 1) UP AND COMING TOUR LIVE IN BREZIL NOV 2010

"live and let die!"

PAUL McCARTNEY - (PART 2) - UP AND COMING TOUR LIVE IN BREZIL- NOV 2010

"I believe in yesterday!"

Paul McCartney São Paulo Brasil Morunbi - Let it Be - Live and Let Die ...

Words of wisdom:"let it be"

Paul McCartney São Paulo Brasil Morunbi - Sgt. Peppers - 21 11 2010.

"Minha banda fantástica", "vamos embora",diz Paul

Paul faz apresentação antológica em SP - Celebridades - Notícia - VEJA.com

Paul faz apresentação antológica em SP - Celebridades - Notícia - VEJA.com

McCartney tocou músicas de todas as suas fases. Porém, deu um maior destaque à Band on the Run, que lançou em 1973. Há dois bons motivos para tanto. Primeiro porque se trata de um clássico irretocável, um dos melhores de sua carreira. Dali saíram Jet, Band on the Run, Mrs. Vandeblit e Let Me Roll It, um dos muitos recados carinhosos que ele passou para John Lennon. Segundo, o álbum está sendo relançado em dois formatos especiais - um contendo um CD bônus e um DVD e outro, com três CDs e um DVD. Portanto, nada mais natural que privilegiar este grande lançamento. Mas ainda há espaço para boas surpresas, como I’ve Just Seen a Face, do disco Help!, uma espécie de country rock, e Obla Di Obla Da, que teve seu lado reggae bastante acentuado. E não há como não se emocionar com Here Today, homenagem à Lennon, um dos muitos bons segredos do disco Tug of War, de 1982. Lennon foi ainda lembrado no refrão de Give Peace a Chance, que foi unida à Day in the Life. O outro homenageado da noite foi George Harrison, que ganhou uma linda versão de Something - e cujo solo, um dos melhores da carreira do ex-Beatle, foi recriado com fidelidade por Rusty Anderson.

McCartney encerrou a apresentação com Hey Jude

My Love -


Paul MaCartney faz homenagem ao amor. E levou ao extase o Morumbi, em Sao Paulo

domingo, 21 de noviembre de 2010

Em Sao Paulo e em Lisboa, quizas


Os prédios em art déco, um dos estilos arquitetônicos mais representativos do centro de São Paulo, estão sendo descaracterizados pela pintura de suas fachadas. O revestimento desses edifícios, em massa de pó de pedra, fazia parte do projeto original. Em alguns casos, adicionava-se ao preparo pó de mica, para conferir aspecto cintilante ao prédio. Pintá-los descaracteriza sua concepção arquitetônica.

(...)

Além de prejudicar o patrimônio arquitetônico, a pintura desses prédios com tintas sintéticas impermeabiliza o revestimento e causa acúmulo de umidade internamente, resultando no destacamento de placas de argamassa, diz Maria Lúcia.
Fonte Folha de SP
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Lou Reed

Pelo menos 100 pessoas abandonaram o Teatro do Sesc Pinheiros - com capacidade de 1.100 lugares - na primeira meia hora do show de Lou Reed, na noite deste sábado, 20. O show Metal Machine Trio, de Lou Reed, ao contrário de seus outros trabalhos, não tem voz, não tem melodias, não tem padrões e se trata, basicamente, de um punhado de ruídos e distorções.

J.F.Diorio/AE
J.F.Diorio/AE
Lou Reed sequer cumprimentou a plateia ao entrar no palco

O show tem base no disco homônimo 'Metal Machine Music', lançado em 1974. O músico entrou às 21h40 e não se dirigiu à plateia. Sentou-se no centro do palco e tocou guitarra. Outros dois músicos tocavam laptop e saxofone.

Fonte Estadao

Lisboa, Cinemateca

Azulejar em Campo de Ourique




Lisboa, Panteao