viernes, 27 de mayo de 2011
Luxo: Brasileiros gastaram mais de 6.500 ME em artigos de luxo em 2010
Os brasileiros gastaram em 2010 o equivalente a 15.730 milhões de reais (6.877 milhões de euros) em artigos de luxo, mais 33 por cento do que no ano anterior, revelam os dados de um estudo da consultora GfK.
O presidente da consultora GfK, Paulo Carramenha, afirmou na quinta-feira, em São Paulo, durante o certame "Auoluxo 2011", que para este ano se prevê que o consumo de artigos de luxo pelos brasileiros cresça a um ritmo similar ao de 2010.
"Nem durante a crise financeira o mercado de luxo brasileiro deixou de vender. É verdade que em 2009 o crescimento pós-crise foi menor, mas mesmo assim cresceu. O mercado de luxo veio para ficar e estabelecer-se no Brasil", observou o responsável.
Fonte ionline.pt
O presidente da consultora GfK, Paulo Carramenha, afirmou na quinta-feira, em São Paulo, durante o certame "Auoluxo 2011", que para este ano se prevê que o consumo de artigos de luxo pelos brasileiros cresça a um ritmo similar ao de 2010.
"Nem durante a crise financeira o mercado de luxo brasileiro deixou de vender. É verdade que em 2009 o crescimento pós-crise foi menor, mas mesmo assim cresceu. O mercado de luxo veio para ficar e estabelecer-se no Brasil", observou o responsável.
Fonte ionline.pt
jueves, 26 de mayo de 2011
miércoles, 25 de mayo de 2011
De anjos e mulheres
Com licença poética
Adélia Prado
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Adélia Prado
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
domingo, 22 de mayo de 2011
Poliptoto
s.m. Retórica Emprego, num período, de um termo sob variadas formas gramaticais: querer, quero, mas antes não o quisesse.
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