sábado, 27 de marzo de 2010

'A Arte Moderna na Europa'.Coletânia de ensaios de Giulio Carlo Argan ganha tradução de Lorenzo Mammì

Leia trecho do livro "A Arte Moderna na Europa - De Hogarth a Picasso", de Giulio Carlo Argan, tradução de Lorenzo Mammì para a Companhia das Letras.

"A formação repentina e o desenvolvimento rápido da escola pictórica inglesa no século 18 se explicam justamente com a crítica àquela cultura e, mais precisamente, com a transformação da postura crítica já existente, de genérica para específica e de passiva ou inerte para ativa. Os escritos de Richardson, que marcam justamente a transição da crítica diletantística do 'virtuoso' ou do 'amador' para a crítica científica do 'conhecedor', precedem os primeiros atos daquela escola pictórica; o conjunto de valores julgados é ainda o da arte de tradição clássica (a obra de Richardson, de fato, será muito apreciada por Winckelmann), mas o que muda - tornando-se de genérico e inerte a específico e ativo - é o método e o processo do julgamento.

O criticismo inglês tem ainda outras justificativas, e mais profundas.As proibições religiosas, mesmo não querendo exagerar suas consequências, reduziram necessariamente o campo de ação da arte figurativa, cuja função civil, durante todo o século XVII (à parte uma ou outra decoração), se limitara ao retrato. Quando um 'gênero', como era o retrato no século XVII, deixa de ser parte de um sistema de gêneros (e, portanto, deixa de ser um gênero que possa ser avaliado não apenas por si, mas também em relação a uma categoria mais ampla e 'universal' de valores estéticos), a avaliação da obra de arte pode depender apenas da verificação empírica da semelhança ou, mais frequentemente, da maneira com que a obra responde a determinadas exigências sociais, como as aspirações ou as ambições dos comitentes. O problema dos conteúdos religiosos ou mitológicos ou históricos, o próprio problema da natureza como campo aberto à experiência ou como receptáculo fechado de significados alegóricos, não pode interessar à cultura artística inglesa: uma pessoa hgumana é um objeto social, mais do que natural, e de fato o retrato inglês do século XVII, em grande parte dependente de Van Dyck, é 'heroico' e não realista. Em todo caso, o retrato, não envolvendo temáticas religiosas, é objeto de uma crítica livre, e de uma crítica que se concretiza sempre e necessariamente no julgamento da obra singular, que implique ou não princípios gerais do gosto. Os próprios princípios do gosto, aliás, pertencem antes ao domínio das opiniões do que ao das ideias, tanto que o complexo sistema teórico barroco italiano e francês se reduz, na Inglaterra, à grand manner, que, afinal, é a feitura larga e solene, mas também solta e discursiva do retrato 'heroico'."
Fonte Estadao

Maiakóvski reeditado na Rússia, por Boris Schnaiderman

A recente edição das Obras Completas de Maiakóvski, promovida pela Academia de Ciências da U. R. S. S., e da qual nos falta ainda o décimo terceiro e último volume, com a sua correspondência, algumas entrevistas à imprensa e talvez outros materiais, constitui provavelmente o maior trabalho de reconstituição da sua obra realizado até hoje. No entanto, a própria elegância desses volumes forma um contraste gritante com a personalidade de Maiakovski.

Realmente, era preciso um ato de coragem para fazer uma edição tão acadêmica da obra do poeta antiacadêmico por excelência. O revoltado, o desabusado Maiakóvski, que se expressava aos gritos e palavrões, está enquadrado numa edição bonita, arrumada, como qualquer poeta rococó do século XVIII. O polemista que escrevia em 1928, a propósito da intenção da Academia de editar as obras as obras do seu mestre V. Khliénikov, que então sem ele estaria definitivamente sepultado, aparece agora imobilizado por sua vez nessa edição em bonitos tijolinhos. Mas, não obstante tudo isto, que trabalho excelente! A minúcia, o carinho, a pesquisa incansável se uniram para reconstituir o poeta dos punhos cerrados e da gritaria a plena voz, que desafiava os céus, os astros, os deuses e os poderosos da terra, e para cuja poesia não existiam fronteiras nem limitações.


Felizmente, a edição não foi precedida de um estudo sobre a sua obra, do ponto de vista do realismo socialista. Um desses balanços de aspectos positivos e negativos, comuns nas edições soviéticas, seria no caso particularmente absurdo e resultaria numa série de restrições antipáticas e completamente inadequadas. Mesmo assim, essas restrições não foram evitadas de todo, aparecendo mais discretamente nas notas que acompanham cada volume.

(...)

Estão incluídos na edição poemas até há pouco inéditos. Entre estes figura pelo menos um importantíssimo: "Carta a Tatiana Iácovelva". É sem dúvida um dos mais representativos de Maiakóvski, dos seus arroubos e extremos, da violência e brutalidade genial do seu verbo. Dirigindo-se a uma russa em Paris, começa por dizer:Quer no beijo das mãos ou dos lábios, Quer no tremor de corpo dos meus próximos a cor vermelha das minhas repúblicas deve também arder.

Depois de afirmar a sua repulsa ao "amor parisiense", às "femeazinhas enfeitadas de seda" e de lembrar que aquele ambiente não era para ela, que andara sobre a neve, em meio ao tifo, convida-a voltar à pátria e expressa o seu ciúme (aliás, o seu "ciúme pela Rússia Soviética", que estava precisando de gente assim, de pernas compridas), e acaba exclamando que um dia haverá de tomá-la, sozinha ou com a cidade de Paris.

(...)

O poeta e o tradutor

Maior nome da poesia e do teatro de vanguarda russos do começo do século passado, Valdimir Maiakóvski (1893-1930) teve sua obra divulgada no Brasil com destaque pelo ucraniano Boris Schnaiderman, que chegou ao País no ano de 1925. Em 1960, Schneiderman deu início ao curso de Língua e Literatura Russa na USP.

Fonte Estadao
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Hora do Planeta. HOJE!!!



PS: Nao dá pra esquecer ,né? Nem todo dia a gente tem a oportunidade de convidar os filhos para um programa tao "cool"....

Isabella Nardoni:o julgamento

"A condenação do casal – sem a confissão dos réus nem o depoimento de testemunhas oculares – consagrou a máxima do jurista italiano Enrico Ferri, que afirmou ser a lógica "a rainha das provas". Nesse caso, o exercício da lógica contou com um elemento fundamental: o exímio trabalho da perícia técnica paulista. Por meio da análise de materiais genéticos, uso de reagentes químicos e estudos de cronometragem, os peritos costuraram provas que, de outra forma, não se conectariam diretamente e, assim, deram respostas a lacunas que poderiam se transformar em perguntas jamais respondidas. Foi o resultado de um trabalho conjunto entre a perícia e a polícia, por exemplo, que produziu uma das argumentações mais robustas apresentadas pelo promotor Francisco Cembranelli aos jurados: a cronologia dos fatos que se deram imediatamente após a morte de Isabella. Por meio de um vasto cruzamento de informações, os investigadores responsáveis pelo caso puderam precisar o momento exato em que Isabella foi atirada pela janela – às 23h48. O promotor Cembranelli demonstrou de forma cabal que, nesse horário, tanto Alexandre Nardoni quanto Anna Carolina Jatobá estavam, sim, dentro do apartamento (veja o quadro). O fato de não ter sido constatada a presença de nenhum outro adulto na cena do crime levou à inevitável conclusão de que só poderiam ser eles os autores do homicídio – uma questão de lógica. Também pesaram contra Nardoni os laudos da perícia técnica, em especial o que analisou a camiseta que ele usava na noite do assassinato. Os peritos observaram que a peça trazia, na altura dos ombros, marcas de sujeira em forma de losango – e que elas seguiam o exato padrão da rede de proteção por onde Isabella foi jogada. Testes mostraram que as marcas só poderiam ficar impressas dessa forma no tecido caso a pessoa que a estivesse vestindo enfiasse os dois braços pelo buraco da rede e sustentasse, com as mãos, o equivalente a 25 quilos – precisamente o peso de Isabella. Na condição de testemunha, a perita Rosângela Monteiro, responsável pela análise da camiseta, foi assertiva ao relatar a conclusão a que chegou com sua equipe. "O réu defenestrou a vítima. Foi ele", afirmou."
Fonte Revista VEJA
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Comentário: tudo, absolutamente tudo neste caso é estarrecedor!

viernes, 26 de marzo de 2010

TITO MONTERROSO e o TWITTER:haja vanguardia!!

Está lá no blog do NOBLAT . Só esqueceram de dizer que o Tito Monterroso é Guatemalteco!
Escreva um conto e ganhe um iPod da Estação Jazz e Tal

Quer ganhar um iPod com uma seleção das músicas da rádio do blog, a Estação Jazz e Tal?

Escreva um conto com até 140 toques.

Os 140 toques incluem os espaços entre as palavras.

As palavras não podem ser abreviadas. Você , por exemplo, não pode virar vc.

Pode inscrever quantos contos queira.

Os contos não devem ter título. E devem ser inéditos.

O tema? Livre. A seu gosto.

Mande os contos para twitterdonoblat@gmail.com

Prazo: até às 23h59 do dia 15 de abril próximo.

Mande seu nome e endereço completos. Não esqueça o CEP.

Anunciarei depois os membros da Comissão Julgadora.

Publicarei no blog os 10 melhores contos.

Boa sorte.

(O mais famoso microconto do mundo: "Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá". De Augusto Monterroso. Escrito antes do twitter ser inventado.)


Fonte Blog do Noblat

Chuck, el muñeco diabólico

Fue Foster Wallace quien dijo hace diez años: "Los escritores americanos no escriben sobre la sociedad actual, sino sobre la manera en la que la vemos en la tele". Palahniuk no tiene tele desde 1991, pero seguro que es capaz de decirnos qué huella está dejando Internet en la literatura de hoy. "La clave es que ha derribado la seguridad de una verdad única. Wikipedia, por ejemplo, hace veraces muchas mentiras. Su presentación, tan bonita, da una apariencia fiable. Internet se ha convertido en un monstruo de mil cabezas, en una enorme corrosión de la verdad. Ofrece millones de realidades entre las que elegir. Y eso te obliga a tomar elecciones: en qué crees y en qué no". ¿Y cuáles son las mayores mentiras que se ha encontrado sobre sí mismo en la Red? "Jamás googleo mi nombre, me parece insensato; pero mis amigos me han dicho que vivo en Canadá, en un castillo, y que estoy casado con una ex Miss América". En realidad, Palahniuk sigue escribiendo en lugares públicos en su Portland natal y es gay, algo que, según se ha escrito, le avergüenza reconocer. Se ríe. "Lo único que me da vergüenza en esta vida es no saber nadar y cuando no sé deletrear una palabra. No creas a la Wiki".

Le cuesta reconocerse como representante de la Next generation, el movimiento que renovó los códigos literarios en EE UU, generando auténticas rockstars de las letras, como Michael Chabon, Jonathan Franzen o Foster Wallace. Aunque admite que "hay una idea rescatable de todo eso. La música era superpopular en los ochenta. Los videoclips la convirtieron en algo más relevante culturalmente. La generación de los noventa necesitamos definirnos de otra manera, y ya no podía ser con la música, de ahí que proliferaran tantos nuevos escritores, tantas pequeñas editoriales, tantos productos dirigidos a lectores jóvenes. Es algo que leí en el Wall Street Journal, y en cierto modo estoy de acuerdo". En el caso de Palahniuk, su condición de estrella se cimenta en extravagantes tours por su país donde lee historias que provocan desmayos o lanza prótesis, muñecas hinchables o pingüinos firmados al público. "Ahora me pillas embalando miles de réplicas hinchables del Oscar. La novela que presento [Tell all], trata sobre un escritor que engancha a una vieja actriz con el propósito de matarla tras escribir su biografía y que ella no pueda demandarle por todas las mentiras que cuenta. También he alquilado un almacén para perfumar los primeros diez mil libros con Chanel Nº 5".

Y ahora, ¿qué nos depara la generación poscrisis del milenio? ¿Un crisol de voces bien jodidas? Se ríe. "Se nos vienen encima nuevas formas de religión. Incluso en tiempos egoístas, la gente necesita dar un sentido a las cosas, escuchar y ser escuchada. Los demás ayudan a soportar la experiencia de nuestras vidas, es imposible que las digiramos por nosotros mismos".


Snuff está editado por Mondadori.

Fuente El Pais

jueves, 25 de marzo de 2010

Perez Reverte

12. Hola Arturo: Estoy leyendo "El Asedio" y he leído bastantes libros tuyos (perdona el tuteo) y me pregunto si te identificas con el personaje de Pepe Lobo. Gracias y a por el séptimo Alatriste.

Ningún personaje soy yo, aunque algunos tienen más de mí que otros. De todas formas, nadie escribe sino con lo que tiene. Áquel autor que no sea de alguna forma reconocible en sus personajes y en su obra, o miente o la roba. Yo ni miento ni robo.

13. Buenas tardes, Sr. Reverte ¿me permite preguntarle si se siente feliz, tras todas las experiencias vividas - y sufridas- , y tras todo lo aprendido a lo largo de su vida? y ¿Qué le ha aportado escribir novelas? Gracias por hacernos disfrutar con sus palabras. Mª Remedios - Cáceres

Mi vida ha sido desordenada y complicada. Se parece, cuando miro atrás, a una habitación donde esté todo revuelto. Escribir novelas es una manera de ordenar cajones y cerrarlos. Nunca estará ordenada del todo la habitación, pero eso la hace más habitable.
Fuente El Mundo.es

miércoles, 24 de marzo de 2010

Juventude e Vitalidade

A política passou a ser assunto exclusivo de engenheiros e publicitários. Ou seja, de comadres.

Não se trata de esperar que o debate político chegue às insondáveis profundezas de Habermas. Trata-se apenas de discutir aquilo que é necessário para o bom funcionamento da democracia, porque ela não funciona sem ideias

GUILHERME MALZONI RABELLO é presidente do Instituto de Formação e Educação (IEE) e editor da revista "Dicta&Contradicta".




Comento: sou leitora da Revista Dicta e Contradicta, adoro Filosofia, Literatura, Politica...mas gosto da Dicta e Contradicta sobretudo pela vitalidade intelectual de uma gente tao jovem que se reune em torno daquele projeto. Nao há aqui nenhuma ressalva ao conteúdo da revista. A vitalidade intelectual destes rapazes juntamente com a juventude dos mesmos é tao somente um SUPERPLUS

"No sé escribir de otro modo que con dureza"

Entrevista:MARIE NDIAYE Ganadora del Premio Goncourt

Pregunta. Aparte de mujeres muy duras con ellas mismas, sus protagonistas no pueden volar por sus maridos y padres, que inspiran miedo o

respeto. ¿Hasta qué punto es autobiográfico?

Respuesta. El primer relato, el de Nora, es quizá el que más: el padre es una figura poderosa, casi de cuento de hadas; parece más un ogro que un hombre real. Todas las familias son complicadas, suelen concentrar la gama de sentimientos humanos: amor, odio, celos, lealtad... Por eso hay tantas en mi obra.

P. Pero ese entorno familiar acaba agobiando, humillando o haciendo que los personajes se odien más. Y esos estados impregnan gran parte de su obra. ¿De dónde surgen esas atmósferas?

R. No lo sé: nunca me he psicoanalizado; no sé qué hay en mí. Pero me gusta que mis libros molesten, inquieten, perturben, no quiero que el lector tenga sentimientos en blanco o negro sobre los personajes; no sé escribir de otro modo que no sea con dureza.

P. ¿Ni en sus libros infantiles?

R. Tampoco son muy dulces; los cuentos son casi los mismos, sólo el final es un poco más feliz: de pequeña no me gustaban los tristes. ¿Escribir como mecanismo de defensa? Sigo intentando comprender este mundo nada simple, poner orden en el caos. Y sí, una sociedad así hay que cimbrearla. Le garantizo que no es agradable escribir de este modo.

P. Un padre que vive en la rama de un árbol, diablillos o ángeles en las barrigas de los personajes... Siempre disemina algo maravilloso.

R. Me encanta introducir elementos fantásticos en historias realistas, por estética y porque todo lo maravilloso ayuda a explicar mejor que lo real. Intento hacer algo parecido a lo que en cine hace David Lynch.

P. No hay muchas referencias explícitas ni al feminismo ni al racismo en sus obras, pero aquí aparece más África, por ejemplo.

R. Esos temas están pero no se explicitan porque me preocupa más lo literario que lo identitario; hago novela, no ensayo. Eso se lo dejo a mi hermano [Pap NDiaye, historiador y especialista en la cuestión negra en Francia]. Si hasta ahora no ha salido más África es porque no la conocía: sólo fui una vez, con 22 años, a ver dónde vivía mi padre. Hace poco volví por un guión cinematográfico.


Para ler a entrevista completa, aqui!
Fuente El País

De perdidos al libro ou O livro de Eli

Sintomático y curioso que sea el libro el objeto más codiciado en un mundo en el que no hay de nada. Me pregunto si en este motivo cinematográfico no tendrá algo que ver el aprovechamiento de la cada vez más extendida sensación (inducida interesadamente) de que el libro virtual ha convertido al físico en una especie de pintoresca rareza, en un vestigio del pasado. No les voy a desvelar la película, pero en ella hay un homenaje implícito al Fahrenheit 451 (1953) de Bradbury. Como recordarán los que la leyeron (o vieron la película de Truffaut), cuando el bombero Montag (que, por cierto, se sabe de corrido el Apocalipsis) llega por fin a la reserva de los hombres-libro, donde cada individuo guarda en la memoria un hito de la cultura escrita ("Nunca juzgues un libro por su cubierta", bromea alguien), el mundo puede empezar a reconstruirse. El libro, por tanto, como consuelo y esperanza, pero también como fuente de poder, tal como aseguraba el lema ("Un libro ayuda a triunfar") de cierta prehistórica campaña de animación a la lectura. Quizás el planeta, como profetizaba Eliot en el poema Los hombres huecos, no acabe con una explosión, sino con un gemido. Será cuando ya no haya libros. (Continua aqui)
E para ler sobre Elliot, aqui
Fuente El País

martes, 23 de marzo de 2010

O caso Isabella Nardoni

A profusao de matérias nos medias, twitadas e manifestaçoes de rua nao deixa de ser indicadores de que a sociedade brasileira nao está completamente anstesiada.

The Last Advertising Agency

The Last Advertising Agency On Earth from FITC on Vimeo.

lunes, 22 de marzo de 2010

Hora do Planeta

domingo, 21 de marzo de 2010

Voce passa, eu acho graça

O Mito de Carlos Drummond de Andrade

Senna 50 anos


Dizia o Guimaraes Rosa que os bons nao morrem, ficam apenas "encantados"!