sábado, 5 de mayo de 2012
Criacao do Mundo
Leio Torga .... e me custa atravessar o Segundo Dia. De repente a escrita é quase tao somente diarística e a narrativa romanesca perde forca. E definitivamente confirma tantos mitos que eu criei ....
Dona Regina
Falecida no dia 03 de Maio, dona Regina foi amiga e companheira sobretudo no período em que viví em N.Y.
Outubro era o período predileto desta grande dame da Bahia, que vivia no Rio de Janeiro e era de fato uma figura internacional.. Park Avenue e o Regency Hotel eram seu endereco, mas a cidade inteira era peca de sua íntima geografia.
Foi pelos olhos de Terezinha Muricy e de Rogerio Carvalho Jr. que primeiro a conheci . Penso que as palavras com que a descreviam nao podiam ser mais exatas: "uma senhora com esse maiúscula em todos os sentidos".
-Dignificava a Bahia e o pais!
Outubro era o período predileto desta grande dame da Bahia, que vivia no Rio de Janeiro e era de fato uma figura internacional.. Park Avenue e o Regency Hotel eram seu endereco, mas a cidade inteira era peca de sua íntima geografia.
Foi pelos olhos de Terezinha Muricy e de Rogerio Carvalho Jr. que primeiro a conheci . Penso que as palavras com que a descreviam nao podiam ser mais exatas: "uma senhora com esse maiúscula em todos os sentidos".
-Dignificava a Bahia e o pais!
miércoles, 2 de mayo de 2012
Um BlackBerry tátil e sem teclado
Por Carla Peralva
Novo sistema do BlackBerry usa teclado sensível ao toque, roda aplicativos ao mesmo tempo e tem câmera que corrige as fotosORLANDO – A Research in Motion (RIM) sabe que hoje a briga por consumidores é feita à base de aplicativos. Ao subir no palco da conferência BlackBerry World, nesta terça-feira, 1º, o CEO Thorsten Heins se esforçou para mostrar as possibilidades de desenvolvimento do novo sistema operacional da empresa, o BlackBerry 10, anunciado em outubro.
... três principais funcionalidades da nova plataforma: o conceito “flow”, novo teclado tátil e nova função de edição de fotos.
O “flow” (ou fluxo) é a capacidade do BB 10 de manter diversos aplicativos abertos e operando em tempo real ao mesmo tempo — basta o usuários “deslizar” entre eles, empurrando as janelas para dentro e fora da tela principal, em que diferentes programas se sobrepõem. Nesse sistema, há uma central de notificações unificada, em que todas as contas do usuário podem ser acessadas.
O teclado — não mais físico, mas totalmente tátil –, além do toque simples, também terá comandos que o usuário pode usar deslizando o dedo sobre a tela. Em sua configuração normal, ele sugere palavras que aparecem em finas linhas sobre as letras — para usar um apalavra sugerida, é preciso empurrá-la em direção ao texto. Em outra configuração, criada especialmente para situações em que o usuário precisa escrever com uma mão só, são as letras que devem ser empurradas pela tela.
Fonte:Estadao-Link
Para ver mais, clique aqui
martes, 1 de mayo de 2012
No dia do Trabalho
O
Trabalho
(Olavo Bilac)
Tal como a chuva caída
Fecunda a terra, no estio,
Para fecundar a vida
O trabalho se inventou.
Feliz quem pode, orgulhoso,
Dizer: “Nunca fui vadio:
E, se
hoje sou venturoso,
Devo ao trabalho o que sou!”
É preciso, desde a infância,
Ir preparando o futuro;
Para chegar à abundância,
É preciso trabalhar.
Não nasce a planta perfeita,
Não nasce o fruto maduro;
E, para ter a colheita,
É preciso semear...
Psicologia Facebookiana
Mário Cláudio (www.expresso.pt)
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19:52 Sexta feira, 13 de abril de 2012
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O tempo que levo de adesão ao facebook,
nem tão curto que me esconda o óbvio, nem tão longo que me cegue para
as evidências, revela-me um continente dividido entre fascínio e
desamparo. O processo de virtualização, sofrido pelos seus habitantes,
obriga-os à constante despedida daquilo que os personaliza, e ao abraço
de um futuro de realização problemática. Pelo caminho ficam os restos de
um quotidiano de mágoas, os indícios de um sonho nunca atingido, e a
comovente aposta na persistência da vida.
Em termos muito esquemáticos poderemos repartir esta espécie de pátria alternativa em duas grandes regiões, a do parque infantil, e a do perpétuo Carnaval.
Agitam-se na primeira os mais transparentes, mas nem sempre os mais
jovens, agarrados à sua partilha de brinquedos, e implicados em bulhas
pela posse dos mesmos, beijando-se eletronicamente, ou envolvendo-se em
cibernéticas perrices, por entre exclamativas e interjeições, "que
lindo!", "que nojo!", "que fofo!", "ahhhhhhh!", "ohhhhhhh!", "ui!" e
quejandos. Na segunda divertem-se a esquecer-se de si os afiveladores de
máscaras de todos os tipos, compondo uma galeria de personagens que
inclui o ignoranterantignoe metido a sábio, e o experiente armado em naïf,
o velho que pretende passar por moço, e o novo que se esforça por
parecer maduro, e até o feio que por momentos se convence de que é
irresistível. Entre ambos os territórios ciranda um caixeiro-viajante,
intentando determinar a extensão da sua geografia, e não tanto a que lhe
permita constituir-se em gente como a que lhe confira o direito ao
rosto que tem.
Situado a sudeste, o enclave do Chat,
formado por campos de minas que alternam com ridentes paisagens,
sustenta uma fauna humana que resiste a qualquer descrição. Assombram-na
assíduas, mas solitaríssimas, presenças que lembram os mendigos
eternamente postados a uma esquina, e que não aspiram à obtenção da
esmola, mas à pura e simples satisfação do seu vício de pedir. Para além
destas não existe categoria que aí falte, do desesperado ao sedutor, do
carente ao trapaceiro, do predador ao alpinista, e ao que, consistindo
em tudo isto, afinal se não articula em coisa alguma. Espaço de
maquiavélicas estratégias que assentam no estar, ou no não estar, online em função de emoções
transitórias, atravessa-o o salteador de quintas, o caçador furtivo, e o
fantasma da ópera, sem que lhes assista a força moral para desistir de o
frequentar.
Tudo considerado, afirmavam-se bem mais eficazes, e
bem mais bonitos, os improvisados telefones de uma infância que, não
recebendo de presente o inteiro stock do supermercado, se via
constrangida ao fabrico dos seus gadgets de estimação. Furavam-se com um
prego a tampa de uma caixa de graxa para sapatos, e a respetiva base,
de modo a conseguir-se o bucal e o auscultador. Entre este e aquele,
sentindo o empolgamento dos criadores de mundos, esticava-se um fio de
barbante, previamente ensebado. E conversava-se de um canto para o outro
da sala, conversava-se e conversava-se, verdadeiramente com o coração.
Comento: O texto acimaé do Mário Claudio e pareceu-me bastante interessante como reflexao. By the way, nao tenho facebook !
Dia do Trabalho
É inadmissível que o Brasil, que tem um
dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com os
juros mais altos do mundo.Dilma Roussef
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